Rio Verde, 20 de março de 1997 – Quinta-feira
06:00 eu me despertei; mas dei uma cochilada e acordei quase 07:00. Fui no banheiro do presídio dos policiais militares, escovei os dentes e lavei o rosto. 07:45 passei as chaves para o policial Carioca. O meu serviço foi sem alteração graças ao meu bom Deus. Mas para o meu serviço ser abençoado preciso fazer a minha parte, senão Deus não irá me abençoar. Acontece coisas na vida da gente que parece uma maldição por algum desvio em nossa conduta. Por exemplo comprei de uma empresa denominada Ouro Plan 20 cotas de ouro de 5g total 100g, e guando foi resgatar com juros e correções, a referida empresa fechou as portas e deu prejuízo a muitos investidores; comprei um apartamento na planta num prédio de 6 andares em Goiânia, e a empresa faliu no 3º andar, e o Chevette que ando deu problema na documentação, ou seja, o homem que me vendeu não pagou a mulher o total e a ex-dona quer que eu pague uma quantia para assinar o documento. Pelas 13:00, de carro, fui no banco BEG e saquei 70,00 reais. Passei no jornal Folha do Sudoeste e deixei com o jornalista Lacerda a lista com os nomes dos conselheiros municipais nomeados, que me disse para eu voltar para tratar sobre a coluna de poesias. Por último passei na locadora e peguei 03 fitas de vídeos de filmes diversos para testar o videocassete que peguei de um preso na troca por uma máquina fotográfica.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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