Rio Verde, 31 de março de 1997 – Segunda-feira
Quase 08:00 quando acordei com o motorista policial Irami batendo na porta do meu quarto. Perguntou-me onde estava a viatura e a chave. Disse a ele que a viatura acabou o combustível e o Dr. Pio me mandou encostá-la na delegacia regional e a chave eu passei para a escrivã Marlívia. Desci para a cozinha e fervi um leite com toddy, que tomei e comi um pãozinho francês com carne moída. Amanheceu chovendo fino e fazendo um pouco de frio. Mais ou menos 13:00, de carro, desci para o banco do Estado (BEG), tirei um extrato e constatei que há 500,00 reais na minha conta. Só há um cheque de 34,00 reais para ser descontado e os 70,00 reais que eu devo para a minha irmã Deusa. Para o mês que vem tenho novas contas a pagar. O meu objetivo agora é não mais fazer contas e juntar dinheiro. Sem dinheiro é impossível realizar qualquer sonho. E um cristão não pode ficar dependo de um não cristão.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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