terça-feira, 30 de abril de 2024

758 Você é muito importante para mim, tudo que eu mais quis na vida

       Você é muito importante para mim, tudo que eu mais quis na vida. Em você todo encanto, ternura e simpatia. Você me fascinar a cada dia e me encher de alegria. Você é como uma luz que iluminar o meu caminho e me proteger da escuridão e perdição. Preciso da sua companhia dia e noite para me animar e me confortar. Você é uma dádiva de Deus em minha vida. Sou feliz por ter você ao meu lado. Com você ao meu lado sentir-me completo, o meu mundo mais florido, e os meus sonhos a realizar. 

       Preciso do seu amor e carinho para florescer e dar bons frutos. Com você ser mais forte, ter mais fé e ser um vencedor. Você é o motivo do meu viver, de ser alguém na vida. Sem você não ser ninguém, e minha vida desvanecer.


(Do meu livro O despertar do Amor e da Fé II, prosa poética, em revisão)

Nosso sonho realidade

Juntos num só caminho

Encontrarmos a felicidade,

O verdadeiro carinho.

E ternura e sagacidade.


Nosso sonho realidade,

Não mais sermos errantes.

Vivermos com integridade.

E nosso sol mais brilhante.


Renascermos no paraíso

Onde o tempo não passar.

A gente se completar,

E consentimento vivo.


(Do meu 23 livro Amor e Paixão, 72/100, editora Kelps, Goiânia, Goiás, 2021_

544 Homens desviados

     Hoje, domingo, 28-04-2024, pelas 11:00, de moto, fui a uma banca de carne assada que virou moda na cidade aos sábados, domingos e feriados, defronte a um supermercado aqui mesmo no setor onde moro para comprar uns pedaços de costela de vaca e frango assados. 


     Assim que cheguei, havia uma moça de uns 20 e poucos anos de idade, bonita, solitária, sentada numa mesa saboreando um pedaço de costela assada. Segui para o supermercado onde comprei frutos de maracujás e bananas e dois sabonetes. Quando eu voltei, ela havia terminado a sua refeição e estava conversando com o churrasqueiro. Escolhi uns pedaços de costela e frango para levar para casa. 


     Eu lhe perguntei se o churrasqueiro era o seu pai. Ela me disse que Deus me livre, que era apenas conhecidos. Ouvi ela dizer para o churrasqueiro que é mãe de dois filhos e está desempregada. Que a sua vida está difícil, que mata um leão por dia para sobreviver. 


     Ela disse a mim: Cadê os homens desta cidade? Eu lhe respondi: Estão em suas tocas e só saem à noite para caçar. Ela me respondeu que a metade dos homens está desviada e usando drogas, e a outra metade está no meio do caminho. Pensei com os meus botões: Isso não é da minha conta, não vou entrar em detalhes. Acertei com o churrasqueiro a quantia de 53 reais e me despedi dela com um até mais! 


Goiânia, 29-04-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

segunda-feira, 29 de abril de 2024

543 Tem quem goste

- Escritor Alonso Rodrigues, eu não vou perder o meu tempo lendo o que tu escreves. Você é ingênuo, religioso e sensacionalista. Os seus pensamentos e sentimentos não condizem com a realidade. Você vive no mundo dos sonhos, do amor surreal. E as suas poesias são simplórias. 


- Caro leitor, respeito a sua opinião, porém não concordo porque toda opinião precisa ser construtiva. Não podemos nos esquecer que o sol nasce para todos e há espaço para todos querem ser iluminados, que ninguém nasce sabendo e que estamos sempre aprendendo. Ninguém é melhor do que ninguém, todos precisam estudar para aprender e passar pela escola da vida. A verdade é que pela idade e perda da memória todos nós voltamos a ser crianças, cheios de pureza e encantados pelas novidades.   


Goiânia, 28-04-2024


(Do meu livro Minhas histórias, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 05 de julho de 1996 – Sexta-feira 


     Por volta das 05:00 acordei; liguei a televisão, assisti ao programa evangélico da igreja Internacional da Graça, na Rede Bandeirantes. Quando acordo neste horário, gosto de assistir programas evangélicos. 07:00 fui no banheiro, escovei os dentes e tomei um banho. 08:00, a pé, fui num comercial próximo e comprei um exemplar do jornal O Popular com o encarte do fascículo do Dicionário Aurélio, que sai toda sexta, e estou fazendo a coleção. Em casa, li partes do jornal. 10:00, de carro, fui no jornal NEWS. O Henrique dono do jornal disse-me que amanhã a diagramação fica pronta. O texto que deixei com o tema “Profissão jornalistas” foi publicado no jornal NEWS. Peguei 12 exemplares e passei na delegacia e distribui alguns para os colegas. Passei no BEG e saquei R$ 50,00, pois pretendo viajar para Goiânia na segunda-feira se Deus assim o permitir. Almocei na república. Assisti os telejornais e depois voltei a ler mais jornal. Cortei as unhas e tomei um banho. Jantei comida esquentada do almoço, pois ninguém buscou a janta. Assisti aos telejornais da Globo, a novela O rei do gado e o Globo Repórter, que foi sobre a África do Sul, povos e safaris. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)


domingo, 28 de abril de 2024

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 04 de julho de 1996 – Quinta-feira 


     07:25 deixei a cama; fui no banheiro, fiz minha primeira necessidade fisiológica e escovei os dentes. De uns anos para cá tenho o hábito de tomar um banho pela manhã e outro à noite, porque além da higiene me faz relaxar um pouco. Às vezes quando está muito calor ou quando pratico atividade física, tomo mais banhos. De carro desci na panificadora de praxe onde tomei um copo de chocolate e comi 100g de pãezinhos de queijo e paguei 0,90 centavos de real. Revisei e datilografei alguns escritos. Almocei. Subi para o quarto, assisti ao jornal Anhanguera, na TV Riviera, que passou uma reportagem sobre “Namoro”. Fiquei deitado até as 16 horas pensando na vida, em como encontrar um bom caminho. Tenho notado que erramos mais do que acertamos. Creio que o mais importante é vivermos com fé e dignidade, porque é o que nos mantêm vivos, cheios de fé e esperança. Apesar das dificuldades não podemos perder o amor pelas pessoas nem por nós mesmo. Ou seja, não podemos endurecer os nossos corações.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

542 Encomenda de ralador de milho

     Bom dia, Nena, ex-mulher de meu falecido pai, diz ao seu atual marido, Júnior, encomendar o ralador de milho elétrico com capota para o caldo do milho não expirrar, pelo preço combinado de 700 reais. 


     O ralador de milho será de grande utilidade para fazermos pamonhas, curaus e outros alimentos derivados do milho. E quando você vier na casa da Deuzeli ou da Rosiane, suas filhas e minhas meias-irmãs, traga o ralador, que eu lhe faço o pagamento em dinheiro vivo, porque não gosto de usar o pix não. 


Goiânia, 28-04-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

sábado, 27 de abril de 2024

757 O que foi que aconteceu que você está tão indiferente?

        O que foi que aconteceu que você está tão indiferente? De repente tudo mudou para pior. Sem você eu sentir-me tão só e triste, sem o prazer de viver. Você foi quem mais me amou. Você me ensinou a ser feliz, e parecia que também era feliz ao meu lado. Tínhamos muitos sonhos e planos juntos, que foram desfeitos sem um motivo. Sem o seu calor para me aquecer sentir muito frio. Não sei o que fazer para ter você de volta. Você é a solução para todos os meus problemas, porque só você me completar e me fascinar. 

        Sem você a minha felicidade não existe. Preciso do seu amor e carinho para crescer e resplandecer. Sem você não ser ninguém e minha vida desfalecer. Preciso de você para ser alguém. Você é o meu único bem.


(Do meu livro Despertar o Amor II, 501-1000, em revisão)

541 Sobre a origem dia vida

- Escritor Alonso Rodrigues , existe vida vegetal e animal em outro planeta?

- Caro leitor, creio se existir é recente, porque depende de um planeta igual a Terra, onde a vida unicelular se desenvolveu há cerca de 3,5 bilhões de anos atrás, e a vida hominal se desenvolveu em torno de 300 mil anos. Creio que o planeta Terra é o primeiro

laboratório. Há muita especulação e pouca veracidade. E não há como provar!


Guapó, Goiás, 26-04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

A natureza nos fascinar - poesia

Você é tudo pra mim,

E eu sou tudo pra você.

Nosso amor sem fim.

Nosso sonho resplandecer.


Juntos num só corpo

Com ternura e ardor.

E vivermos com conforto

Num mundo d’esplendor.


A natureza nos fascinar

Com encanto e poesia.

A gente se completar

Com afinidade e harmonia.


(Do meu 23 livro Amor e Paixão, 71/100, editora Kelps 2021, Goiânia, Goiás)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 03 de julho de 1996 – Quarta-feira 


     Deixei a cama às 07:30 antes do relógio despertar. Fui no banheiro e fiz minha primeira ablução. O frio passara totalmente. De carro fui na panificadora de praxe, tomei um copo de chocolate e paguei 0,40 centavos de real. Comecei a preparar um pequeno texto sobre a morte do empresário Paulo César de Farias, falta revisar e datilografar. Quem escreve precisa amadurecer os pensamentos por meio da leitura. No jornalismo os editores são os mais experientes, com uma visão melhor. No jornalismo assim como na literatura é preciso buscar o óbvio, a lógica, ou seja, o amadurecimento que só vem com o tempo e experiência de vida; não há outro caminho. Às 18:30 o colega Irami me passou o convite do delegado Carlos Fernandes e sua equipe da delegacia de Homicídios de Goiânia para uma festinha com churrasco de carneiro na casa de um colega onde estão hospedados. Além do delegado Carlos Fernandes estavam presentes os delegados Jaime Pio, Regional e o Escaramal da Homicídios, e o escrivão Adilsom que trabalhou em Rio Verde, e ainda policiais de Rio Verde e região, e não policiais que foram convidados. Os advogados Henrique e Marlom também estavam presentes. O pessoal da delegacia de Homicídios me agradeceu pela carta de elogio publicada no jornal O Popular. Comi carne carneiro e tomei cerveja até ficar meio tonto. Por volta da 01:00 voltei para a república.


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

quinta-feira, 25 de abril de 2024

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 02 de julho de 1996 – Terça-feira 


     Depois do despertar do meu velho relógio de pulso, marca Cássio, levantei-me da cama. O frio praticamente passou. Na noite que passara não senti frio, foi agradável dormir. Fui no banheiro e fiz minha primeira ablução. Vesti uma roupa seminova, sendo uma calça jeans tradicional e uma camisa estampada, um pouco extravagante. Pessoas negras gostam de roupas coloridas. Mas, preciso aprender a comprar roupa mais discretas ou menos chamativas. De carro, fui na panificadora de praxe, tomei um copo de chocolate de 300ml e pedi 100g de pãezinhos de queijo e paguei 0,90 centavos de real. Pelo andar da carruagem vou gastar 10% do meu salário com café de manhã; mas não posso ficar sem tomar o meu café pela manhã. A expressão “Pelo andar da carruagem” é de minha autoria, publicada numa crônica na seção Cartas do leitor, no jornal O popular. Fui no jornal NEWS, e ficou de eu voltar na sexta-feira. À tarde, de carro, fui no Correios ver o resultado do concurso do IBGE. Graças a Deus fui classificado em 25º lugar, num total de 154. De 1º a 8 vão dar o curso para os aprovados.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)


540 Problemas de hemorróidas - conto

     O meu amigo tímido me pediu para ir com ele na farmácia, porque o seu amigo lhe pediu para ele comprar um remédio para hemorróidas. E eu fui com ele!


     Assim que chegamos na farmácia, ele disse para a farmacêutica, uma moça bonita de uns 30 anos de idade: Bom dia moça, o meu amigo me pediu para vir aqui comprar um remédio para hemorróidas! A moça lhe respondeu: Qual os sintomas que o seu amigo tem? O meu amigo respondeu: Eu vou lá saber!? A moça finalizou: Então leva esses remédios aqui que são bons!


Goiânia, 25-04-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

quarta-feira, 24 de abril de 2024

539 Mulher desapareceu -conto

     Um amigo meu que é Agente Operacional da Polícia Rodoviária Federal me disse que certo dia estava numa blitz num local deserto numa baixada, quando parou um SUV que estava em alta velocidade e abordou a motorista, uma jovem de vinte anos de idade, que disse se chamar Sarah, que o veículo é de sua mãe e lhe apresentou a sua CNH e documentos do carro, e estava um pouco ansiosa; que disse para a condutora aguardar no banco enquanto conferia os documentos com a placa do veículo.


     Disse-me ainda que quando voltou, a jovem não estava presente no carro nem em lugar algum; que resolver ligar para a dona do veículo e disse sobre a Sara ter desaparecido enquanto conferia os documentos; que a mulher lhe respondeu não ser possível, pois a Sara, sua filha morreu há dois anos num acidente automobilístico; que o seu veículo fora furtado há dois dias, que fez o registro de uma ocorrência de furto no Primeiro Distrito Policial. 


Goiânia, 24-04-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 1º de julho de 1996 – Segunda-feira 


     Após ouvir o despertar do relógio às 08:00 deixei a cama. O frio diminuiu. Fui ao banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto; água estava fria. De carro, fui na panificadora, tomei um copo de 300ml de chocolate e paguei 0,40 centavos de real. Desci para a Delegacia onde assinei a minha frequência mensal do mês de junho e peguei o meu contracheque. O meu salário teve um aumento de R$ 4,80, menos do que eu esperava. O salário mínimo é de R$ 112,00, enquanto que o meu salário veio R$ 348,00 fora o desconto da UGOPOCI (União Goiana dos Policiais Civis) que foi de 18 reais. Completei 03 quinquênios em 13-03-96, ou melhor, 15 de anos de funcionalismo público, sendo cerca de 06 anos na Polícia Militar e o restante na Polícia Civil. Por ter completado 03 quinquênios deverá vir um acréscimo de R$ 22,00, que já é alguma coisa, dá para ir em Goiânia e voltar. Também está faltando no meu salário a diferença do salário mínimo, que é baseado em 03 salários mínimos.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

terça-feira, 23 de abril de 2024

538 Golpe no celular

     Hoje (15-03-2024) pela manhã estava em casa conectado na internet navegando pelas minhas redes sociais e postando alguma coisa, quando o meu celular tocou. Atendi a chamada meio receoso, porque ultimamente meus parentes e amigos só ligam no meu Zap. Do outro lado da linha ouvira uma gravação duma voz feminina bonita, aguda e bem articulada a me dizer: Olá, aqui é da Caixa, informo-lhe que o seu pix de 5 mil reais foi realizado com sucesso. Se não confirma o pagamento, digite 2.

     Já precavido do golpe, ou seja, que os funcionários da Caixa não ligam para os seus clientes, desliguei a chamada. A seguir fui na Caixa, e não havia nenhum pix descontado na minha conta. Fico a pensar, quantas pessoas já caíram nesse golpe! Daqui a pouco não podemos mais atender telefone.

Goiânia, 23-04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 30 de junho de 1996

     Acordei por volta das 07h. Ainda amanheceu fazendo muito frio. Fui no banheiro para a minha primeira higiene pessoal. De carro, quase 08h, passei na panificadora onde tomei um copo de 300ml de chocolate e pedi 100g de pãezinhos de queijo paguei 0,90 centavos de real, e comprei um exemplar do jornal O Popular por R$ 2,55. A minha pequena crônica fora publicada com o título “Delegacia de Homicídios”. Foi dia de visita. 18h passei o serviço, sem alteração graças a Deus. 20h, de carro, desci para a igreja Batista. O irmão Cothir foi o pregador. A Wanessa estava com um vestido preto e acompanhada de 03 amigas suas de fora da igreja. No final do culto evitou passar perto de mim. Ela foi embora com as colegas. Fiquei na saída a observar. Voltei para ao meu aposento na república.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, em revisão)

segunda-feira, 22 de abril de 2024

755 A cada dia que passa você está mais linda e radiante

       A cada dia que passa você está mais linda e radiante. Você tem um coração cheio de amor e de poesia; tem um olhar terno e um sorriso encantador. Em você todo encanto e ternura. Sou fascinado por ti, por seu jeito de pensar e agir. Você é muito importante para mim, por ser a razão do meu viver. Não posso viver sem você nem tampouco te esquecer. Você vive para mim, e eu vivo para ti. Preciso do seu amor e carinho para me proteger e me fazer resplandecer. Você é o meu único bem, em quem posso confiar.
       Sem você ao meu lado não vale a pena viver. Com você o meu mundo mais lindo e a minha vida mais garrida. Você estando feliz, também ser feliz, porque você é uma parte de mim. Não posso viver sem ti, senão será o meu fim.

(Do meu livro Despertar o Amor II, 501-1000, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 29 de junho de 1996 – Sábado

     Acordei 07:20. Ainda fazia muito frio. Fui no banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto na água gelada. De carro, passei na panificadora, tomei um copo de chocolate e pedi 100g de pãezinhos de queijo, paguei 0,90 centavos de real. Desci para a delegacia para assumir o serviço da carceragem no Presídio às 08h até às 18h. Fiquei todo o serviço de blusa, que foi sem alteração. 20h, de carro, desci para a igreja Batista. Havia poucos jovens; acho que era por causa do frio. A Wanessa não foi. Terminado o culto, voltei para a república.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

Índia, religiões e seitas - artigo

     A Índia é um país milenar situado na Ásia, que se originou do aparecimento da Civilização do Vale do Indu, às margens do rio Indu, cerca de 3 mil anos antes de Cristo. A sua capital é Nova Délhi. Com uma população em torno de 1,417 bilhão conforme o censo de 2022, a Índia é o país mais populoso do mundo, e mais excêntrico. A sua população é dividida em castas, que definem a posição de cada família e tipo de hierarquia social, com privilégios e deveres.

     As suas principais religiões são o hinduísmo e budismo, e há muitas seitas pagãs. A seita dos Aghori Sadhus da mão esquerda com cerca com alguns milhares de seguidores conhecidos por aghori panthis, surgiu no período medieval indiano e se estabeleceu no século XIV e baseia seus princípios em textos tântricos filosóficos e meditativos de ordem ascética de Kapalikas que faziam sacrifícios humanos, seita que não existe mais. Os aghoris têm como objetivo o desenvolvimento do ser humano nos aspectos físico, mental e espiritual, e têm como principais divindades Shiva (masculino) e Shakti (feminino).

     Os Aghoris panthis são em sua maioria homens que não usam roupas, enquanto que a minoria mulheres usam roupas, vivem isolados em campos de cremação, e usam práticas excêntricas em rituais de crematórios, como fumarem maconha, beberem em taças de crânios, comerem carne humana em decomposição de seus companheiros mortos e até comem fezes, meditam sentados em cadáveres, passam cinzas de cadáveres em seus corpos, comem, dormem e fazem sexo em meios a cadáveres em chamas nos crematórios a céu aberto, e acreditando na purificação da alma. E a cada 12 anos, no mês de janeiro, eles emergem durante os Kumbh Mela, principais festivais do hinduísmo em quatro locais diferentes da Índia, e atraem turistas.  

     A Índia já foi dominada por portugueses, holandeses franceses, porém se tornou independente da Coroa Britânica em 1947. E tem como herói Mohandas Karamchand Gandhi, conhecido por Mahatma Gandhi, ativista que ficou conhecido por liderar os indianos na luta pela independência. Conforme a constituição indiana, as suas línguas oficiais são o hindi e o inglês. Assim como em outros 55 países de colonização inglesa, na Índia se dirige na mão inglesa, ou seja, pelo lado esquerdo da via e com o volante do lado direito.

     Apesar da grande população, de desníveis sociais e de muitas culturas excêntricas, a Índia se tornou na quinta maior economia do mundo, com uma taxa de crescimento do PIB 7,2% mudança anual 2022. A Índia se destaca em atividades econômicas como produção de arroz, trigo, algodão e chás; e na mineração, no setor industrial e na indústria cinematográfica. E devido a mão-de-obra baixa, muitas multinacionais estão instaladas no país. E nos últimos anos a Índia vem se destacando na engenharia espacial, com lançamentos de foguetes bem-sucedidos. E em 23-08-2023 o país se tornou o primeiro a conseguir fazer um pouso duma espaçonave no polo sul da Lua.  


Goiânia, 21-04-2024


domingo, 21 de abril de 2024

Preciso do seu carinho

Estou muito sozinho;
Sinto a sua falta.
Preciso do seu carinho;
Razão do meu viver.

A noite está linda,
Com estrelas a brilhar.
Em nós toda a poesia
E o sexo a contemplar.

Juntos sermos felizes,
Nossos sonhos a realizar.
Nosso mundo de matizes,
De mistérios a desvendar.

(Do meu 23 livro Amor e Paixão, 70/100, editora Kelps 2021, Goiânia, Goiás)

537 Índia mística

     No mês passado eu estava a visitar algumas cidades da Índia com o objetivo de elaborar um estudo sobre religiões e seitas. Numa rua movimentada eu parei num semáforo, quando uma mulher dirigindo um carro emparelhou com o meu e bateu no vidro para eu abaixar o mesmo, e arremessou o seu bebê com três dedos nas mãos e nos pés e saiu em disparada, e eu o coloquei no banco de trás. Então segui para um Distrito Policial onde registrei uma ocorrência por abandono de incapazes.  

Goiânia, 19-04-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 28 de junho de 1996 – Sexta-feira

     07:30 despertei-me. Hoje amanheceu fazendo muito frio. Talvez o dia mais frio do ano. Acredito que a temperatura foi menos de 15 graus célsius. Fui no banheiro e fiz minha necessidade fisiológica e higiene pessoal. Vesti uma roupa seminova, e de carro desci na panificadora de praxe, tomei um copo de chocolate de 300ml e pedi 100g de pãezinhos de queijo e paguei 0,90 centavos de real, e comprei um exemplar do jornal O Popular por R$ 1,30. Na república lembrara que esquecera o saquinho contendo o restante dos meus pãezinhos, então voltei e encontrei o saquinho no balcão no mesmo lugar. De carro, fui na TV Riviera onde deixei uma carta contendo uma crônica sobre a vinda da Perdigão para Rio Verde, para o jornal O Popular, em Goiânia. Assisti no telejornal local do meio dia que a temperatura foi menos de 6 graus célsius. Tomei um banho e jantei. Subi para o meu quarto a assistir na Globo a novela Vira Lata e os telejornais, jornal Anhanguera 2ª edição local e estadual, e jornal Nacional. Assisti a ainda a novela o Rei do Gado e Globo Repórter, que foi sobre a morte de PC Farias.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98

quarta-feira, 17 de abril de 2024

Só você me fascinar

A sua presença me faz sonhar
Os sonhos mais lindos.
Só você me fascinar
Com sentimentos infindos.

Tudo que tenho é você;
Razão de meu florescer.
Por amor profundo
Em meus braços te envolver.

Não posso jamais te perder.
Só você me iluminar,
E meu sonho resplandecer.
O nosso sonho realizar.

(Do meu livro 23 , Amor e Paixão, 69/100, editora Kelps 2021, Goiânia, Goiás)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 27 de junho de 1996 – Quinta-feira

      Acordei às 04h e poucos minutos com a televisão ligada. Fui no banheiro e urinei; tomei um copo d’água e desliguei a televisão. Estava passando um filme, mas não quis assistir por estar com a mente cansada. Sinto a necessidade de dormir mais, mas não consigo. 08h, de carro, fui na panificadora de praxe, tomei um copo de 300ml de chocolate e pedi 100g de pãezinhos de queijo, e paguei 0,90 centavos de real. Comi só um pouco dos pãezinhos e trouxe o restante para casa para comer à tarde ou à noite. Cerca das 14h, depois de assistir aos telejornais da Globo, de carro, desci para o centro, passei no BEG onde tirei um extrato da minha conta corrente. Só falta um cheque a descontar num valor de R$ 69,00 para o dia 13 de julho. Estou fazendo um esforço para controlar a minha situação financeira. Pelo menos, terminei de construir o barracão.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

535 Café com a minha tia e prima

     No dia 15-04-2024, segunda-feira, por volta das 07:30, eu e o meu irmão Afonso, conforme o combinado, de carro, deslocamo-nos até a Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia distante cerca 07 km, onde mora a minha prima materna Mozilei, e onde a minha tia e sua mãe, Otaciana, de 81 anos de idade está passando uns dias, para tomarmos um café feito na hora e comermos umas pamonhas feitas em casa.

     Devido ao trânsito tumultuado pelo serviço de recapagem do asfalto em alguns trechos, chegamos às 08:10. O filho mais velho da Mozilei fora trabalhar, e os três mais novos, sendo duas mulheres, foram para a escola. A Mozilei nos esperou, preparou o café e esquentou as pamonhas.

     E aproveitei o ensejo para presenteia-las com três livros, sendo dois de minha autoria. Elas me pediram para fazer uma dedicação: Para a minha prima Mozilei, com um forte abraço; Para a minha tia Otaciana, com agradecimentos pelos ensinamentos. Eu disse para minha tia Otaciana: Tia, se quiseres, pode dar esse livro para a pessoa que mais gosta. E ela respondeu: Então será para eu mesma, porque eu gosto mais de mim.

     A minha prima foi trabalhar. Ficamos conversando com a nossa tia e segunda mãe até por volta das 10:00. Comi duas pamonhas de doce e umas fatias de queijo, e o meu Afonso comeu uma pamonha de uns pedaços de queijo. Decidi vir embora para a minha casa. Não quis esperar o almoço, por estar empanturrado de pamonhas e queijo.

Goiânia, 17-04-2024

terça-feira, 16 de abril de 2024

754 Eu não vou deixar você, jamais

       Eu não vou deixar você, jamais, porque sei que não vou conseguir viver sem você, nem tampouco te esquecer. Sou fascinado por ti desde a primeira vez que eu te vi com minha amiga. Você é muito importante para mim; não posso ficar distante de ti. Nascemos um para o outro, e não podemos viver separados. Longe de você eu sei que vou sofrer e me perder num caminho de tristeza e solidão. Só você alegrar o meu coração e me encher de imaginação. A minha vida sem você não vale a pena, é um mundo de ilusão.
       Sem você ao meu lado eu não sei o que fazer. Você é como uma luz que iluminar o meu caminho e me proteger dos obstáculos e da escuridão. Ao seu lado nunca me sentir sozinho. Preciso muito do seu amor e carinho para ser feliz.

(Do meu livro Despertar o Amor II, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 26 de junho de 1996 – Quarta-feira

     Acordei por volta das 04 horas com um foguetório pela cidade. Fiquei deitado. 06 horas começou outra vez; depois fiquei sabendo que foi em 10 pontos diferentes. O prefeito decretou feriado municipal para que políticos e autoridades comemorassem junto a população a vinda da Perdigão, uma das maiores indústrias do país na produção e comercialização de alimentos de origem animal, de frangos e suínos. Houve programação até a noite, com a presença do governador, presidente da Perdigão e prefeito. Teve um almoço no clube Dona Gercina para 200 pessoas. À noite teve show com a dupla Leandro e Leonardo. Tirei o meu serviço normalmente das 08h às 18h na carceragem do Presídio. 20h, de carro, desci para a igreja Batista. O pastor Carvalho e o seu irmão Edinaldo voltaram da viagem que fizeram a Bahia em que foram visitar a mãe doente. O pastor disse que ela teve um infarto, mas que está melhor. Vi na igreja a mãe da Wanessa, dona Vanda. A Wanessa não foi, deve ter tido algum problema ou não quis ir. Depois do culto, em casa, assisti na Globo o jogo amistoso do Brasil contra a Polônia, que ficou em 3 a 1 para nossa seleção.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

534 Golpes na internet

     No mês passado acessei o meu e-mail para imprimir um boleto pelo uso da internet, valor de 77 reais, mas havia dois boletos total de 154 reais. Por ser um valor pequeno já estava na fila da casa lotérica para pagar. Já aconteceu d´eu pagar dois boletos sem confirmar a veracidade por estar apressado. E pensei comigo mesmo: De grau em grau a galinha enche o papo, é assim que funciona os golpes na internet.

     Então decidi sair da fila e voltar para casa, para ligar na operadora para confirmar antes de pagar. Liguei para operadora, e depois de alguns minutos esperando, o atendente me atendeu, e eu lhe disse que queria uma segunda via do boleto da conta a vencer. Ele me disse que só havia um boleto a vencer, e me enviou um novo boleto. Realmente, a internet é usada para o bem ou para o mal, e devemos ficar atentos.

     Goiânia, 16-04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Os Pergaminhos do Mar Morto - artigo

     Durante os primeiros séculos do Império Romano houve a subjugação do povo judeu e cristão e implacável imposição do paganismo da cultura greco-romana e do helenismo, que culminou com a destruição de muitos templos religiosos, perseguição aos judeus e cristãos, e queima de muitos livros religiosos.
     Com a fundação da Igreja Católica Apostólica Romana, no primeiro Concílio de Niceia, na província de Bitínia, no ano de 325 d. C., coordenado por bispos cristãos, e organizado pelo Imperador Constantino I nos moldes do senado romano, mas que não votou oficialmente, muitos livros que restaram da perseguição foram considerados apócrifos e anátemas, e não entraram para a edição da Bíblia Sagrada. Foram discutidos o Arianismo, a controvérsia da Páscoa, a ordenação de eunucos, a proibição de se ajoelhar aos domingos e na Páscoa ao Pentecostes, batismo de heréticos, etc. Os seus principais feitos ou decisões foram a resolução da questão cristológica da natureza divina de Jesus Cristo com relação ao Deus-Pai; a fixação da data da Páscoa e a promulgação da lei canônica.
     Antes da fundação da Igreja Católica Apostólica Romana, muitos líderes das seitas cristãs como Pedro e Paulo, apóstolos de Jesus Cristo, foram executados em praças públicas como intimidação aos seus seguidores. Devido a tanta perseguição, muitos livros em forma de pergaminhos, não assinados por seus autores, foram colocados em potes e escondidos em algum lugar como cavernas, e até enterrados.
     Conta a história que um jovem pastor beduíno que procurava por uma ovelha perdida ao adentrar nas cavernas de Qumran, no Mar Morto, no trecho que fica na Cisjordânia, a 12 km de Jericó e cerca de 22 quilômetros a leste de Jerusalém, deparou com um monte de potes (alguns danificados) com pergaminhos, e espalhou a notícia. Certamente outras pessoas adentraram as cavernas em busca de tesouros e danificaram os potes e até os manuscritos. Mais tarde, entre os anos de 1946 e 1956, os pesquisadores Eshbal Ratson e Jonathan Bem-Dov, da Universidade de Haifa, em Israel, juntamente com outros pesquisadores recolheram cerca de 900 manuscritos em onze cavernas, escritos em códigos e sem nome de autores. E boa parte desse tesouro arqueológico está preservada no Santuário do Livro, no Museu de Israel, em Jerusalém, construído em 1965. Os manuscritos foram escritos em códigos e fazem parte da Bíblia Hebraica, e narram festas religiosas e até fatos cotidianos do povo judeu. Conforme estimativas foram escritos por volta do ano 4 a.C, provavelmente pelos essênios, seita judaica. O quebra-cabeça continua sendo montado por pesquisadores, que afirmam que é quase impossível processar a grande quantidade de dados que os pergaminhos fornecem, mesmo com o uso da IA – Inteligência Artificial.
     Muitos rascunhos dos Manuscritos ou Pergaminhos do Mar Morto contêm livros e trechos da Bíblia Hebraica, como um que fala da “guerra no céu” que me chamou à atenção pela afirmativa: “Miguel novamente liderou o lado do bem, chamado de filhos da luz. Seus opositores, os filhos da escuridão, foram comandados pelo demônio Belial.”

Goiânia, 15-04-2024

(Do meu livro Despertar da verdade, artigos religiosos, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 25 de junho de 1996 – Terça-feira

     07:30 saí da cama; fui no banheiro de cima, na frente do meu quarto lado esquerdo e fiz a minha primeira ablução. De carro, fui na panificadora de praxe distante 1km, onde tomei um copo de chocolate 300ml e paguei 0,40 centavos de real. Voltei para a república. De carro, fui na TV Riviera onde deixei uma pequena crônica com um elogio à Polícia Civil, Delegacia de homicídios de Goiânia. Em casa percebera um erro na redação da crônica. Após o almoço, de carro, fui no jornal News, deixei uma pequena crônica sobre a profissão de jornalista. O Henrique disse-me que segunda-feira terminará de montar o meu livro. Passei nos Correios, deixei um cupom para participar da olimpíada do Faustão e uma carta para revista Seleções contendo a piada de caserna ou militar. Voltei para a república. De carro, fui a um Classificado do Jornal O Popular na avenida Presidente Vargas, no centro, onde deixei uma carta corretiva sobre o texto que deixara pela manhã na TV Riviera. À tarde comecei a preparar outra crônica sobre a vinda da Perdigão para Rio Verde. Não quis jantar. Liguei a televisão!

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

domingo, 14 de abril de 2024

Frases do meu livro

3496 – Não vamos nos iludir com a boa aparência de alguém, que é passageira. Vamos valorizar o bom caráter que é duradouro.
3497 – Em vez de ficar triste com coisas banais, caminhe pelo bosque, respire ar puro, converse com animais e plantas, que encontrará a paz.
3498 – Se almeja ser feliz, lute pelos seus sonhos e não tenha medo de amar.
3499 – Temos que ter inteligência para discernirmos o que é certo ou errado, e sabedoria para escolhermos um bom caminho.
3500 – Não adianta termos força e inteligência senão tivermos humildade para lutar e vencer.
3501 – O verdadeiro amigo nunca se afasta de nós e está sempre disposto a nos ajudar de alguma maneira.
3502 – Quando uma oportunidade aparecer de sairmos de nossa pequena ilha não podemos deixá-la passar, porque outra igual pode demorar muito tempo ou nunca mais aparecer.
3503 – Não subestime a astúcia de alguém nem mesmo de um animal irracional, para não ser surpreendido (a).
3504 – Às vezes, temos que parecer mais forte para que o inimigo fuja de nós.
3505 – Os sonhos nos motivam; mas precisamos estar preparados para realizá-los.

(Do meu livro O mundo é uma escola I, II, III, IV e V, 8165 frases, editora Kelps 2023, Goiânia, Goiás)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 24 de junho de 1996 – Segunda-feira

     Saí da cama 07:30; fui no banheiro de baixo e fiz minha primeira higiene pessoal. De carro, fui na panificadora de praxe, tomei um copo de chocolate de 300ml e pedi 100g de pãezinhos de queijo, paguei 0,90 centavos de real, e trouxe os restantes dos pãezinhos para casa. Ainda na parte da manhã comecei a preparar uma pequena crônica elogiando a polícia Civil e a revisar outro sobre a profissão de jornalista. Almocei. Voltei para os meus escritos, também estou compondo uma historinha de humor, que aconteceu comigo quando eu era soldado do Batalhão de Trânsito em Goiânia. Tomei banho e jantei arroz, feijão, macarrão com sardinha e carne. Assisti os telejornais da Globo e TV Anhanguera, jornal Anhanguera 2ª edição e jornal Nacional, a novela O Rei do Gado e Tela quente, com o filme O implacável exterminador, em que ouvi pela segunda vez a expressão “a coisa vai pegar fogo”; a primeira também foi num filme americano. A expressão foi criada por mim e usei num texto que enviei ao jornal O Popular, seção Cartas do leitor, em 1991.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

753 Estou cansado de viver na tristeza e solidão

 753 Estou cansado de viver na tristeza e solidão

       Estou cansado de viver na tristeza e solidão; preciso te reencontrar para voltar a ser feliz. Você é muito importante para mim, e é a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Sem você sinto o meu coração partido e uma dor sem fim que me desfalecer a cada dia. Só você alegrar o meu coração e me despertar para a vida. Depois que você me deixou, a nossa casa ficou vazia e triste, e o nosso jardim desflorescer. Sem o seu amor e carinho, a minha vida só amargura e desilusão. A minha alma clama por ti, e o meu corpo sofre.
        Já é tempo de você voltar. Estou ansioso por te abraçar e te beijar. O meu coração está de portas abertas para te receber. A nossa aliança é duradoura e definitiva, e nada poderá nos separar.

(Do meu livro O amor despertar, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

sábado, 13 de abril de 2024

Frases do meu livro

3486 – Mesmo com muita dificuldade e poucos seguidores, temos que seguir em frente para atingirmos os nossos objetivos.
3487 – O importante não é termos muitos seguidores, mas que eles sejam verdadeiros, dignos de nossa confiança.
3488 – Só através do estudo, trabalho e sobriedade podemos desenvolver nossos talentos e progredirmos.
3489 – Nem todo prazer é benéfico, assim como não são certos sentimentos e relacionamentos.
3490 – Mesmo com muitas opções que a vida nos oferece, temos que nos conscientizar que só temos dois caminhos, um bom e o outro ruim.
3491 – Temos que treinar bastante para a luta, porque quanto mais treinamos mais chance teremos de vencer.
3492 – Se almeja sair de sua pequena ilha e conhecer um novo mundo, construa uma jangada e enfrente o oceano e suas correntezas.
3493 – Ao invés de criticarmos nossos representantes políticos, vamos votar certo nas próximas eleições.
3494 – Ao contrário do envelhecimento do nosso corpo, nossa alma deve-se renovar sempre com fé e esperança.
3495 – Se não podemos atacar um adversário forte, vamos pelo menos nos defender.

(Do meu livro O mundo é uma escola I, II, III, IV e V, 8165 frases, editora Kelps 2023, Goiânia, Goiás)

752 O que eu mais quero na vida é ter você ao meu lado

       O que eu mais quero na vida é ter você ao meu lado, e te amar e ser amado. Com o amor que sentimos um pelo outro vivermos com ardor e conforto, e os nossos sonhos a realizar. Venha, me abrace, abrace a minha causa, vamos viver uma vida em comum com harmonia e cheia de poesia, que encontrarmos o paraíso, um recanto de paz onde sermos muito felizes. E juntos com sentimentos mútuos, não mais tristeza e solidão. Vamos caminhar de mãos dadas por uma estrada colorida e ladeada de flores.
       Com você junto a mim o meu mundo mais lindo e estar sempre sorrindo. Só você despertar a minha alma e completar o meu corpo, e me fazer muito feliz. Só você tirar os meus espinhos com os seus carinhos.

(Do meu livro Despertar da Luz, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 23 de junho de 1996 – Domingo

     Às 08:00 assumi a carceragem do presídio. Os telejornais anunciaram a morte do PC Farias e sua amante, tesoureiro da campanha do presidente Fernando Collor. Dois presos celas-livre lavaram o meu carro. Foi dia de visita aos presos, das 13 às 17 horas.  18:00 saí de serviço, sem alteração. 19:50, de carro, desci para a igreja Batista, para o culto de louvor e adoração. Houve a apresentação de uma peça teatral em que uma moça era tentada pelos caminhos do mundo, mas que encontra Jesus Cristo para salvá-la. A Wanessa estava com uma calça azul e uma blusa vermelha. Ela e outro irmão da igreja narraram a peça. Não nos cumprimentamos, e vim embora mais cedo para a república, para os meus aposentos.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

sexta-feira, 12 de abril de 2024

533 De volta à UGOPOCI

     Ontem, 10-04-2024, por volta das 13:00, de carro, desloquei-me até a editora Kelps, no setor Marechal Rondon localizado no outro lado de Goiânia distante cerca de 13km, para pegar o meu livro intitulado Cartas do Leitor, que reuniu 108 artigos e crônicas publicados em jornais de Goiânia, Rio Verde e Jataí entre os anos 1990 e 2003. E aproveitei para deixar um livro para ser editado com o título Despertar da Luz, composto de 500 pequenos contos amorosos.

     De volta para casa, resolvi passar na UGOPOCI (União Goiana dos Policiais Civis) para fazer a minha refiliação depois de 15 anos e poder me interagir com a classe. Tive a oportunidade de rever alguns colegas de profissão, como o José Virgílio, diretor financeiro. A Marlívia conselheira fiscal que me aconselhou a voltar para gozar de novos benefícios não pode ir, por estar com tendinite no ombro. E aproveitei para habilitar-me em 03 ações contra o governo estadual, como reposição do salário base; e uma ação contra o governo federal de reposição da URV – Unidade de Valor Real -, moeda virtual equivalente a um Dólar, que controlava a hiperinflação entre 1º de março a 30 de junho de 1994, que em 1º de julho transformou-se no real.

     Foi um dia marcante também pela forte chuva que começou por volta das 16:00 e alagou muitas ruas da cidade devido Goiânia ter uma topografia plana. Cansado de esperar a chuva passar, resolvi deslocar-me e enfrentar o trânsito tumultuado de volta para casa onde cheguei por volta das 18h, e ainda chovia muito.

Goiânia, 11-04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)

751 Fica comigo esta noite!

       Fica comigo esta noite! Preciso muito do seu amor e carinho para renascer no amanhecer. Você é muito importante para mim. Necessito muito de ti, do seu corpo para me aquecer. O seu amor é como um abrigo para me proteger. Só você alegrar o meu coração. Sem você não ter prazer de viver, e minha vida desfalecer. Eu não quero mais sofrer de tristeza e solidão. Eu quero te reencontrar, ter o seu consentimento. Juntos sermos mais fortes, vencermos todos os obstáculos e os nossos sonhos a realizar.
       O amor e carinho que sentimos um pelo o outro é o motivo da nossa felicidade. Juntos encontrarmos o paraíso, um mundo iluminado onde vivermos com ardor e conforto todo o tempo.

(Do meu livro Despertar da Luz, 2214, pequenos contos, prosa poética, primeiro volume está na editora, 30 unidades e não está à venda)

quinta-feira, 11 de abril de 2024

532 A caneta é a minha melhor amiga

     Desde o ano de 1978 quando comecei a escrever poesias que a caneta esferográfica tem sido a minha melhor amiga, nunca falha. Gosto mais da caneta cor azul, mas, às vezes eu uso uma caneta da cor preta, e não faço discriminação da marca ou origem.  

     No ano de 1987 eu comprei a minha primeira máquina de escrever pequena, marca Olivetti Studio 45, porque as editoras não aceitavam manuscritos. Alguns anos depois eu comprei a minha segunda máquina de escrever, grande, marca Olivetti Linea 88. Ainda tenho as duas como lembranças.

     Em 2009 eu tive que abandonar as minhas máquinas de escrever, porque a editora não mais aceitava trabalho datilografado. Eu demorei um pouco a acostumar a digitar no computador. Agora eu acho mais prático e rápido, e não tenho que usar uma tinta corretiva ou um lápis borracha. Já escrevi algum texto direto no computador, mas prefiro a caneta que eu a uso para fazer anotações e rascunhos num caderno ou papel chamequinho.

     Dia desses estava deitado no sofá a assistir televisão, dei uma cochilada e sonhei com uma mulher branca de uns quarenta anos de idade com um vestido cor azul que estendeu a mão para mim, e eu lhe dei uma caneta cor azul das três que havia comprado dias atrás. Assim que despertei, conferi as três canetas em cima duma mesa de centro junto com alguns livros e cadernos.

Goiânia, 11- 04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)


750 Você é a pessoa mais importante do mundo para mim

750 Você é a pessoa mais importante do mundo para mim

       Você é a pessoa mais importante do mundo para mim. Você é tudo que eu mais sonhei. Sou feliz por ter o seu amor e carinho todo o tempo. Com você aprender a amar e a viver. Ao seu lado sentir-me importante, como uma estrela brilhante. Você é o meu único bem. Sem você não ser ninguém, ser um planeta errante, não orbitar nenhuma estrela e estar sempre na escuridão. Você é como uma luz a iluminar o meu caminho. Preciso muito do seu consentimento para o meu sonho a realizar. Sem você para me proteger minha vida desfalecer.  
       O nosso amor é duradouro e definitivo, é o motivo da nossa aliança. A nossa separação é uma grande ilusão, que nos levar a um mundo de tristeza e solidão.

(Do meu livro Despertar da Luz, 2214 pequenos contos, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 22 de junho de 1996 – Sábado

     Das 08:00 às 18:00 tirei o meu serviço da carceragem do presídio sem alteração. 20:00, de carro, com uma calça jeans e uma camisa de linho cor vermelha clara, desci para a igreja Batista. Foi dia de comemoração do 4º aniversário do Ministério dos Mudos, que contém uma equipe que transmite sinais de comunicação aos mudos na hora do culto e em outros eventos. Havia irmãos de outras igrejas e inclusive de Goiânia, e muitas moças bonitas. A Wanessa estava com o uniforme 01 (social) do Grupo Vida, ou seja, uma saia azul e blusa amarela, que apresentou várias músicas. No final do culto distribuíram uma pizza grande e refrigerantes. Não cumprimentei a Wanessa que não passou perto de mim. Comi dois pedaços de pizza e tomei um copo de refrigerante, peguei o meu carro e vim me embora mais cedo.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Poema em prosa e prosa poética

- Caro poeta Alonso Rodrigues, qual a diferença entre poemas em prosa e prosa poética?

- Caro leitor, poema em prosa é um texto escrito em versos sem os recursos poéticos da linguagem como metáfora, metonímia e hipérbato, que é a inversão dos termos que compõem a oração ou período, como sujeito, verbo e complemento. Enquanto que a prosa poética é um texto sem o hipérbato (inversão da ordem das palavras), e com o uso de metáforas e metonímias.

Goiânia, 10-04-2024

749 Meu amor, estou muito feliz por saber que você está voltando

       Meu amor, estou muito feliz por saber que você está voltando para mim depois de muito tempo longe. Desde que você me deixou eu fiquei muito mal, sem saber que caminho seguir. Por muito te amar, eu nunca perdi a fé e esperança de você voltar. Estou ansioso para ouvir a sua voz outra vez a me chamar de meu bem. O nosso amor é duradouro e definitivo e nos fazer superar todas as dificuldades. Com você ao meu lado nunca mais sentir tristeza e solidão. Você devolver a minha vida e me encher de imaginação.
       Juntos sermos muito felizes e seguirmos um caminho iluminado onde os nossos sonhos a realizar. Preciso muito do seu amor e carinho para crescer e resplandecer. Só você me completar e me despertar para uma vida com mais poesia.

(Do meu livro Despertar da Luz, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 21 de junho de 1996 – Sexta-feira

       Deixei a cama às 07:30; fui ao banheiro e fiz a minha primeira higiene. Vesti uma roupa de sair, desci e funcionei o carro; havia dois carros na frente da garagem, que não importo desde que não haja outro lugar. Outro dia o colega de nome Irami que queria ficar com a garagem deixou o seu carro na frente da garagem toda a manhã atrapalhando eu sair, não discuti por isso, não compensa discutir com colega policial porque somos uma família, e estamos sempre em contato um com o outro, e ainda andamos armados. Somos um total de 07 que moram na república, ou seja, Romeu, Romeiro, Kerly, Jacton, Irami, Fátima e eu. A pé fui num comercial próximo onde comprei um exemplar do jornal O Popular com o encarte de um fascículo do dicionário Aurélio, que pretendo comprar todos que formarão um livro. Passei a manhã lendo jornal. À tarde terminei de ler a revista Seleções do mês de abril e escrevi um poema, que ficou faltando datilografar.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

terça-feira, 9 de abril de 2024

530 Está difícil arrumar alguém

     A minha irmã mais nova tem 45 anos de idade e uma filha adolescente, tem um bom poder aquisitivo e já passou por 03 casamentos, e teve prejuízos morais e financeiros a perder de vista. Disse-me que não soube escolher, que não ouviu bons conselhos.

     Numa reunião de família eu disse a ela que iria lhe arrumar um companheiro milionário, sem nenhuma dependência. E ela me respondeu: Que seja um velho com os dias contados, porque de aparências ou de falsas promessas eu já estou farta.

Goiânia, 09-04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

748 Eu nunca te disse antes, mas digo agora que sempre te amei

       Eu nunca te disse antes, mas digo agora que sempre te amei desde a primeira vez que te vi passando na rua que eu moro. Você sempre me fascinar com o seu sorriso lindo. Quero que saiba que você é muito importante para mim, a razão do meu viver; que sem você eu não ser ninguém. Tudo tem feito para te agradar e te fazer feliz. Eu sempre te tratei com amor e carinho. Você é a companhia ideal que eu sempre sonhei. Ao seu lado nunca tive tristeza e solidão. Você sempre me completar e me encher de vida e de esperança.
       Com você o meu mundo é mais lindo e a mina vida é mais florida. Em você todo encanto e ternura, motivo da minha imaginação. Tenho muitos sonhos a realizar com você. Prometo ser sempre fiel a você, aos seus sentimentos.

(Do meu livro Despertar da Luz, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 20 de junho de 1996 – Quinta-feira

     Depois de assistir o Bom Dia Goiás, com apresentação de Rogério Silva que o conheci, pessoalmente, nesta cidade, levantei-me da cama. De carro fui na panificadora e tomei um copo 300ml de chocolate e paguei 0,40 centavos de real. Almocei um marmitex. 14:00, de carro, passei no BEG e na gráfica do Instituto para ver o orçamento de 500 convites para o lançamento do meu livro e do livro do Sérgio Lopes, e ficou em 60 reais. Ficou de eu voltar para acertar. Atrás de patrocínio passei no Bazar do Livro, a dona não quis patrocinar por desavenças de vendas de livros com o Sérgio Lopes. No Lojão das Novidades o gerente me disse para voltar na terça-feira para conversar com o dono. Passei na igreja Assembleia de Deus e tratei com o pastor o lançamento do meu livro Caminho de Luz, com 50 sonetos religiosos, hoje às 19:30. 19:05 desci para a igreja. Foi culto de libertação. O pastor me apresentou aos irmãos e me deu a palavra; depois pediu ao irmão Sebastião Carioca, também policial civil para falar sobre mim. E oraram por mim. O pastor me convidou para ir à Santa Helena de Goiás para a festa das Assembleias, eu disse-lhe que iria pensar. No final do culto expus os meus livros numa banca improvisada; e vendi 03 exemplares.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

segunda-feira, 8 de abril de 2024

529 Violência doméstica

     Há 05 anos, minha amiga, colega de Faculdade, do curso de Direito, uma negra de uns 30 anos muito bonita se casou com um empresário, dono de várias drogarias. Compraram o melhor apartamento e fizeram uma grande festa, e ganharam muitos presentes.

     Eles viajaram em lua de mel por um mês, e ela conheceu muitos países e lugares bonitos e até montou num camelo, e tiraram muitas fotos, que ela postou nas redes sociais. Pareciam estar muito felizes.

     De volta para o Brasil, eles foram a uma boate comemorar a nova vida de casal. E dançaram e beberam muito. Ele ficou meio alterado e lhe deu uns bofetões, que ela ficou com o rosto inchado e os olhos avermelhados.

     Tarde da noite voltaram para casa, e ela veio dirigindo. No dia seguinte, ele foi trabalhar. Quando ele voltou, ela não estava em casa, ele ligou para ela: Meu bem, onde você está, que a janta não está pronta. Ela respondeu: Estou na casa dos meus pais e não vou voltar, e já entrei com o pedido de anulação de casamento.

Goiânia, 08-04-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

747 Com o tempo tudo passa; somos apenas passageiros

 747 Com o tempo tudo passa; somos apenas passageiros

       Com o tempo tudo passa; somos apenas passageiros do planeta Terra. Toda matéria é uma energia condensada que se envelhece e se transforma em novas fontes de energias. A vida é uma combinação de elementos da natureza que como tempo se desintegra. O mundo espiritual é uma fonte de energia não condensada vinda de Deus, que não se desintegra como tempo nem se transforma, é imortal. O nosso corpo pertence a este mundo material, enquanto que a nossa alma pertence a um mundo espiritual. Nascemos e morremos conforme a vontade de Deus.
       Ao aceitarmos Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, como nosso Senhor e Salvador, único caminho que nos leva a Deus, renascermos com um novo corpo imortal para uma nova vida no mundo espiritual.

(Do meu livro Despertar do amor, 2214 pequenos contos, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 19 de junho de 1996 – Quarta-feira

     Depois que o meu relógio de pulso despertou 08h me levantei da cama e fui ao banheiro para a minha primeira ablução. Desci para a cozinha e preparei um copo de 400ml de achocolatado, leite em pó, toddy, açúcar e água, para acompanhar na degustação de 03 enroladinhos de queijo. A pé fui a um comercial distante uns 300m e comprei um exemplar do jornal O Popular. Fiquei até 11:30 lendo jornal. Desci para o almoço, o meu marmitex continha arroz, feijão, mandioca e frango. Fui no banheiro escovar os dentes e notei que tenho que ir no dentista fazer uma limpeza contra placa bacteriana ou tártaro. 14h tomei uma limonada. 19:50, de carro, desci na igreja. A Wanessa estava com uma calça cor de rosa e blusa branca; sentou-se na minha frente. O irmão Cothir dirigiu o culto. O pastor Carvalho e o seu irmão Edinaldo viajaram para o estado da Bahia para visitarem a mãe que está doente. No final do culto aproximei da Wanessa, da sua colega visitante e do irmão João Batista com um boa noite. A Wanessa se despediu de mim com um boa noite e um até mais. Foi embora, de carona, com a sua colega e o irmão João.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

domingo, 7 de abril de 2024

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 18 de junho de 1996 – Terça-feira

     Após o despertar do meu relógio de pulso às 08:00 me levantei; fui no banheiro e fiz minha primeira ablução. De carro, fui na panificadora e tomei um copo de 300ml de chocolate e pedi 100g de enroladinhos de queijo pagando 0,90 centavos de real. Passei a manhã lendo a revista Seleções do mês de abril. Estou com a minha leitura atrasada. Almocei arroz, feijão, bife e abóbora com quiabos. Assisti o jornal Anhanguera, Globo Esporte e jornal Hoje, na TV Globo. Desci no tanque e lavei duas cuecas e dois pares de meias. Tenho lavadeira há 08 anos, mas não gosto de levar minhas cuecas para ela lavar. Sei que elas não gostam, e cada um tem que arcar com as suas roupas intimas. 18:30 fui na lavadeira levar umas peças de roupas para serem lavadas. O filho dela disse-me que minhas roupas serão lavadas na sexta-feira, devido a sua mãe trabalhar na quarta e quinta-feira.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

sábado, 6 de abril de 2024

528 Mulher extraterrestre, não

 528 Mulher extraterrestre, não

     Dia desses por volta das 22h tinha acabado de tomar um banho e estava vestindo uma calça jeans, quando chegou uma moça bonita e formosa atravessando as paredes, e foi logo abrindo as janelas como se a casa fosse dela. Ela disse se chamar Márcia, que era uma extraterrestre e queria fazer sexo comigo e toparia tudo. Eu disse a ela que não a conhecia e que tinha uma amante, e ela foi-se embora.

Goiânia, 13-11-2023

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 17 de junho de 1996 – Segunda-feira

     Mais ou menos 07:00 levantei-me da cama. O frio passou um pouco. De carro, passei na panificadora onde tomei um copo de 300ml de chocolate e comi uns pãezinhos de queijo. Passei na lavadeira distante uns 7km para deixar 05 calças, 05 camisas, 02 lençóis e 01 toalha, ela não estava; por último passei no jornal News, onde o diretor Henrique disse-me que a digitação do meu livro está em andamento, e ficou de eu voltar semana que vem. À tarde, de carro, passei no BEG e vi que o meu pagamento foi creditado na minha conta corrente, descontado R$ 136,00 referente a um empréstimo que fizera, quase a metade do meu salário que é R$ 348,00. Passei nos Correios e paguei as últimas mensalidades do carnê do Baú, que me dá o direito de fazer o resgate do que paguei em mercadorias. Ainda nos Correios copiei o gabarito do concurso do IBGE, e de acordo com o gabarito acertei 13 questões de 30. Passei nas lojas MIG e paguei a última mensalidade de um carnê da compra de umas camisas. Por último passei na banca de jornais e revistas, e comprei duas revistas, sendo uma da revista Reader’s Digest Seleções.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

Milagres existem

     Tem gente como cientista que não acredita em milagres, por serem contrário as leis da natureza, como matemática, física e química. Eu, particularmente, acredito em milagre, que na verdade é uma tecnologia espiritual ou poder sobrenatural limitado, que está ligado à nossa fé ou religiosidade. Cito, por exemplo, o primeiro milagre de Jesus Cristo, ao transformar água em vinho.

     Moisés ao receber a missão de Deus para retirar o povo de Israel do Egito, tinha em suas mãos uma vara poderosa que se transformava em cobra, que foi utilizada para fazer milagres como abrir o mar Vermelho e tirar a água duma rocha. Os magos do Faraó também faziam milagres e confrontavam a vara de Moisés. Pelo que vimos, a vara de Moisés ou poder de Deus era maior que o poder do deus do Egito.

     Poderes sobrenaturais podem nos curar de qualquer doença e nos livrar de algum acidente fatal. A verdade é que pela fé a uma força espiritual do mal, também podemos realizar milagres e magias. Mas o verdadeiro milagre vem de Deus, e é verdadeiro e não acontece por acaso. Jesus Cristo fazia milagres em nome de Deus e pregava o amor.  

     Milagres ou manifestações espirituais de Deus acontecem em nossas vidas todo o tempo sem percebermo-nos, como a cura duma doença ou livramento de algum acidente. Se estivermos conectados com Deus, seremos protegidos como diz o salmo 91. Milagres que não são de Deus, não são verdadeiros e têm um alto preço que não valem a pena.

Goiânia, 06-04-2024
 

sexta-feira, 5 de abril de 2024

745 A minha vida sem você não tem prazer algum

       A minha vida sem você não tem prazer algum, é como viver num mundo de tristeza e solidão. Sem você ao meu lado vejo um horizonte embaçado, sem perspectiva de ser feliz. Ninguém poderá substituir você em minha vida. Longe de você tudo é ilusão e desilusão, sentimentos em vãos e falsos carinhos. Só você me traz vida e esperança, me completar e fascinar os meus sonhos. Preciso do seu amor para me iluminar e me fazer resplandecer. Sem você a minha alma entristecer e o meu corpo desfalecer.
       Eu preciso que você volte para mim, para eu voltar a ser feliz. Agora sei que você é tudo que eu mais sonhei nesta vida. Minha vida sem você não é viver, é sofrer. Só você me dar prazer.  

(Do meu livro Despertar, 2214 pequenos contos, prosa poética)

527 Reencontrei um amigo da polícia civil

     Na semana passada estive na Diretoria-geral da Polícia Civil para requerer a minha licença-prêmio quando reencontrei um velho amigo, delegado de polícia, que foi delegado regional, e que eu era o seu motorista, e que não via há 22 anos devido ter pedido transferência para o norte do estado onde mora os seus parentes. E estava usando um par de muletas.  

     Nos cumprimentamos e sentamos num banco a conversar. Ele perguntou como eu estava. Eu disse-lhe que estou bem, que casei com a Maria e tenho dois filhos, que continuo trabalhando na mesma cidade, que fui promovido a classe especial, que leciono na faculdade de Direito e estou divulgando o meu novo livro. E dei a ele um livro meu autografado.

     Ele me disse que veio requerer a sua aposentadoria, que se casou com a Olívia e tem 04 filhos todos de maiores de idade e que estão fazendo faculdade, e que herdou uma fazenda com 100 mil cabeças de gado próximo a uma grande represa com muitos peixes, e onde tem um rancho. Que caiu do cavalo e machucou a perna direita, mas logo estará bem. E me convidou para lhes fazer uma visita junto com a minha família, para comermos um peixe assado na telha, sua especialidade, e tomarmos uma cerveja como nos velhos tempos.  

Goiânia, 01-02-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 16 de junho de 1996 – Domingo

     08:00 iniciei o serviço na carceragem do presídio. Foi dia de visita aos presos e há procedimento a ser cumprido para evitar alteração, como revistas nas pessoas e em comidas. O escritor Sergio Lopes compareceu e me propôs que fizéssemos os lançamentos de nossos livros juntos, e caberia a mim providenciar os convites. Disse-lhe que iria pensar e lhe daria uma resposta. 19:45, de carro, desci para a igreja que fica na parte baixa da cidade, no centro, perto da rodoviária, a cerca de 1km. A Wanessa mora numa rua no lado esquerdo da Rodoviária, e já fui em sua casa várias vezes. As atividades voltaram para a igreja velha devido estar arrumando o prédio do fundo onde funcionará uma escola e a administração. No lugar da igreja velha será construída uma nova igreja. O pastor Carvalho dirigiu o culto. A Wanessa me cumprimentou e voltou a conversar com um rapaz novo na igreja. Não me deu mais atenção. Teve cafezinho de graça na igreja. Tomei um café e vim embora para a república.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

quarta-feira, 3 de abril de 2024

744 Quando você estava comigo eu era muito feliz

       Quando você estava comigo eu era muito feliz, não tinha falta de nada, tinha tudo que precisava. Eu sempre dizia que te amava e levava flores para te agradar e te fazer feliz. Os nossos encontros eram cheios de encanto e ternura. Quando você não aparecia, eu sentia muita tristeza e solidão. E quando você aparecia o meu coração pulava de alegria. De repente você quis me deixar, seduzida por um caminho de ilusão. Eu fiquei muito entristecido, sem saber o que fazer da minha vida, e sem ter para onde ir.
       Você se perder num mundo de desilusão e quer voltar para mim. Não guardo mágoa de você. Você é sempre bem-vinda. Com você ao meu lado voltar a ser feliz, porque você é o motivo do meu viver.

(Do meu livro Sonhos de amor e fé, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 15 de junho de 1996 – Sábado

     Pulei da cama às 07:20; já estava me esquecendo que tinha que trabalhar. O frio passara um pouco. De carro, passei na panificadora e comprei 50g de pãezinhos de queijo e desci para a delegacia para assumir a carceragem. O decano agente policial Sebastião carioca estava presente, veio pegar uma requisição de gasolina com o delegado, para sua viatura Chevette que fica à sua disposição 24 horas, e fez café. Tomei café com os pãezinhos que comprara. 08:00 assumi as chaves da carceragem. Almocei um marmitex que continha arroz, feijão, bife e maionese. Das 12 às 16 horas dei banho de sol nos presos, em que eles interagem com várias atividades como esportes. Jantei um marmitex que continha arroz, feijão, carne frita e tomate. 18:00 passei as chaves para o comandante da Guarda Militar.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

terça-feira, 2 de abril de 2024

743 Eu conheci você numa festa de parentes e amigos

       Eu conheci você numa festa de parentes e amigos, e você era uma convidada. Fiquei encantado por você; conversamos muito e dançamos uma música linda, e nos beijamos às escondidas. A festa acabou e todo mundo foi embora inclusive você. Mas você ficou em meu coração, porque não pude te esquecer. Você foi a coisa mais linda que me aconteceu na minha vida. Você me tirar dum mundo de tristeza e solidão. Você me completar e fascinar os meus sonhos. Tudo o que me faltava para eu ser feliz.
       Preciso te reencontrar, e que você aceite a ser a minha companhia. Você adornar os meus caminhos; você é a flor do meu jardim. Preciso muito de ti. Juntos sermos mais fortes e nossos desejos realizarmos.

(Do meu livro Sonhos de amor e fé, 2214 pequenos contos, prosa poética)

O meu diário 96, 97 e 98

 Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 14 de junho de 1996 – Sexta-feira

     Após o despertar do relógio 08:00 levantei-me da cama; fui no banheiro e fiz minha primeira higiene no banheiro da casa dos meus pais, ao lado no mesmo lote. Minha mãe comprou o pão, fez café e ferveu o leite. Tomei um copo de leite com café e comi um pãozinho francês. Minha mãe anda reclamando que está gripada, que há uns 10 anos não pegava gripe. Meu pai foi na casa do meu irmão Vilmar para tratar de negócios, não o encontrou. Começou a assentar a porta de madeira no banheiro, serrou e colocou a dobradiça. Fui na farmácia comprar um exemplar do jornal O Popular; e vi que a minha carta foi publicada com o título “Realçar o amor” acompanhada de um desenho de um casal. Almocei arroz, feijão, bife, couve frito e alface. Minha mãe por ser criada na roça gosta muito de cozinhar comida caipira. Preparei a minha bolsa para a viagem de volta a Rio Verde. Despedi-me da minha mãe, do meu pai, do Vitor (sobrinho, filho do meu irmão Edmar) e de um menino de 05 anos filho de um casal de inquilinos. Peguei o coletivo até a rodoviária de Goiânia, onde embarquei às 14:30. Havia algumas poltronas vagas. 18:20 chegamos em Rio Verde. Desci na rodoviarinha do trevo. Andei um 01km até a república. Tomei um banho e jantei uma marmitex contendo arroz, feijão, bife e mandioca. Assisti o último capítulo da novela da Globo O fim do mundo, que teve 45 capítulos.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Não posso morrer jamais

Não posso morrer jamais,
Tenho muito que realizar,
Viver um sentimento sagaz,
Um mundo a desvendar.

Ainda não encontrei alguém,
Um verdadeiro amor,
Sentimento de esplendor
Que minha alma despertar.

Ao seu lado ei de morar
Onde ter a vida eterna,
Todo tempo para amar
E minha luz nunca apagar.

(Do meu livro Amor e Paixão, 68/100, editora Kelps, Goiânia, Goiás, 2021)

524 Vi a morte de perto

     No dia 07-12-2023 estava na chácara e aproveitei para fazer um pequeno serviço de pedreiro, isto é, assentar uma pequena janela numa segunda cozinha onde tem um fogão caipira. E subi numa escada para fazer o serviço. E assim que desci da escada, senti-me uma cansaço e falta de ar como nunca sentira antes. Tomei um copo de água e deitei na grama para recuperar a energia. E parei com o serviço.

     No dia seguinte terminei o serviço. E na volta para casa comecei a sentir uma forte dor na garganta no lado esquerdo, falta de ar e suando muito. Fiz um gargarejo para inflamação na garganta. Por estar mui cansado e frágil fui deitar pelas 21:00 e não consegui dormir. Antes havia posto o meu celular em cima duma cômoda. Achei estranho que a luz do painel do celular ficou acesa por toda a noite. Depois duma cochilada, amanheci sem dor na garganta e sem cansaço. Não sei o que aconteceu com o meu corpo. Vi a morte de perto.

Goiânia, 26-03-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)

O meu diário 96, 97 e 98

 Aparecida de Goiânia, 13 de junho de 1996 – Quinta-feira

     Levantei-me da cama às 07:30; fui no banheiro e fiz minha primeira ablução. 08:00 minha mãe já comprara pão, fizera o café e fervera o leite e foi para oração na igreja Assembleia de Deus. Tomei um pingado, café com leite, e comi um pãozinho francês com margarina. Meu pai terminou o acabamento da cerâmica do banheiro e assentou as cerâmicas da pia e do tanque. Fui na farmácia e comprei um exemplar do jornal O Popular. De pé fui a um chaveiro após o posto de gasolina no Conjunto Cruzeiro do Sul distante 1,5km tirar uma cópia da chave, e ficou de eu voltar à tarde para pegar. Li parte do jornal. Ajudei o meu pai a rejuntar a cerâmica. À tarde a pé voltei no chaveiro, passei no BEG e numa imobiliária para fazer a inscrição para uma casa no Conjunto a ser construído antes do Conjunto Cruzeiro do Sul pela CEF, e a promotora me passou a proposta.  Foi preciso lixar a chave e meu pai subiu no telhado para abrir a porta. 19:20, fui com minha mãe na igreja Assembleia de Deus distante uns 100m. O culto foi dirigido por uma mulher. A mensagem também foi de uma mulher negra recém-chegada, que veio do Mato Grosso.

(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)