terça-feira, 1 de abril de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 18 de março de 1997 – Terça-feira 


      Acordei eram umas 06:00; fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Quase 08:00 passei as chaves para o policial civil Carioca. Tirei o carro da garagem da delegacia onde coloco bem no fundo para não atrapalhar colocar outro carro, e o pátio interno também fica livre para colocar as viaturas e carros dos policiais. Na república eu não tenho onde colocar o meu carro porque todo mundo tem carro próprio e mais viaturas, e tenho que deixá-lo na rua. O problema não é alguém roubá-lo, mas riscar a pintura e me causar mais prejuízo. E não vou brigar por uma garagem que não é minha. E ainda levo vantagem de não pagar aluguel nem a comida. Não posso reclamar. Na parte da tarde, após o almoço, passei no BEG e saquei 110,00 reais e segui para o banco do Brasil e paguei 45,00 reais da mensalidade da OAB. Acho que no momento não foi um bom negócio por não ter nenhum lucro. Eu posso advogar exceto contra o Estado por ser funcionário público, e até já recebi um convite para trabalhar com algum colega, mas não pretendo no momento pela falta de tempo, por ser escritor nas horas vagas. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão) 

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