quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 18 de maio de 1996 – Sábado

     07:30, de carro, desci para a delegacia regional para tirar o meu serviço na carceragem do presídio ao lado. Houve visita aos presos, sem alteração. Às 18 horas passei o serviço para o comandante da Guarda Militar, composta de um cabo e 03 soldados. 19:55 desci para a igreja Batista, de onde partimos para o colégio Alba Rodrigues onde houvera uma festinha de aniversário de uma criança de 01 ano de nome Leonardo. O coral Infantil e o Grupo Vida da nossa igreja, cantaram. O pastor Carvalho fez uma pregação sobre Jesus, o leão de Judá. No final houve distribuição de salgados, bolos e refrigerantes. O irmão, a irmã e o cunhado da Wanessa estavam presentes. A Wanessa estava com uma calça azul clara e uma blusa branca. Tentei-me aproximar, em vão. A Wanessa e outros jovens foram a uma serenata na casa da irmã Eliane, e não me convidaram.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

506 A conversão dum irmão

     No mês passado fora convidado a pregar numa igreja evangélica da nossa denominação no outro lado da cidade. Fiquei alegre em rever como integrante do grupo de louvor, um velho conhecido assaltante à mão armada que conheci na delegacia e no presídio, que também ficou alegre em me reencontrar.
     No final do culto fui conversar com o velho conhecido, e lhe disse: Amado irmão, o que lhe fez mudar da água para o vinho? E ele respondeu:  Prazer em revê-lo, querido pastor. Lembro-me dos seus bons conselhos. Mas o que me fez mudar de direção foi um assalto frustrado. Ou seja, há dez anos, num dia qualquer, num local isolado, eu e o meu colega estávamos numa moto, cercamos uma camionete cor preta e apontamos à arma para o motorista descer da mesma, quando uma força invisível me jogou distante uns 10m onde fiquei paralisado e sem poder falar e a minha arma foi parar longe; o condutor não desceu nem baixou o vidro escuro, nem vi o seu rosto, e passado um instante a camionete foi embora. Passado um pouco de tempo consegui me levantar e reencontrei o meu colega distante uns 200m, morto ao lado da moto, sem nenhum arranhão. Foi então que decidi procurar uma igreja.

     Goiânia, 27-02-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Frases do meu livro

3476 – Quem gosta de receber elogios, mas não gosta de elogiar não é digno de confiança.
3477 – Nem sempre o melhor vence, mas o que estiver melhor preparado e aproveitar melhor a chance.
3478 – Que não nos iludamos com a aparência de alguém que é passageira; mas que avaliamos alguém pelo bom caráter e competência.
3479 – Enquanto estiver armado com força e determinação continue se defendendo e atacando que será um vencedor.
3480 – Um pouco de medo desperta a nossa força e precaução; mas muito medo nos causa tremor e nos leva à derrota.
3481 – Só quando passamos por necessidade e apuros é que descobrimos os nossos melhores amigos.
3482 – Quem tem a casa coberta com telhado de vidro, não deve atirar pedras na casa de ninguém.
3483 – Se o mar não está para peixe, voltamos para casa, mas amanhã retornamos sem falta; porque o peixe é a nossa sobrevivência e temos que pescá-lo mesmo com o tempo ruim.
3484 – Não se iluda com a vitória antes do tempo; lute até o fim para ser um vencedor.
3485 – Antes de construir a casa dos seus sonhos, escolha um bom terreno e faça um bom alicerce para que não venha a desmoronar.

(Do meu livro O mundo é uma escola V, 8165 frases reunidas, editora Kelps 2023, Goiânia, Goiás)

729 Depois que eu te deixei, eu peregrinei por este mundo afora

       Depois que eu te deixei, eu peregrinei por este mundo afora, tropecei por pedras e espinhos. Não encontrei ninguém igual a você para me incentivar, e só encontrei sentimentos vãos e falsos carinhos. Eu tinha dúvidas, mas só agora eu sei que o seu amor por mim é verdadeiro e duradouro. Eu também descobri que muito te amo e que é a razão do meu viver, da minha sagacidade. Depois de muito sofrer e de me perder na solidão eu tive que parar para refletir: Não posso mais seguir sem você! Só você alegrar o meu coração e me encher de imaginação.
       Chegou a hora de voltar para a nossa casa, para os seus braços onde é o meu lugar. Eu senti muita saudade de ti. Hoje eu sei que você é o meu maior presente, a minha maior riqueza, a minha felicidade verdadeira. Não posso te trocar por ninguém!  

(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

505 Nomes árabes - pequeno conto

     Certa vez estava numa escola de ensino fundamental para uma palestra e autografar um livro de poesias. Na fila chegaram duas meninas, e eu perguntei os seus nomes. A primeira disse se chamar Khadija, e eu lhe disse como que escreve o seu nome. Ela soletrou: K-h-a-d-i-j-a. Foi a vez da segunda que disse se chamar Najila, e eu lhe disse como se escreve. Ela disse: N-a-j-i-l-a. Eu lhes disse: São irmãs. Uma delas respondeu: Sim, somos irmãs e temos origem árabe. A seguir aproximou um menino de uns 10 anos. Eu lhe perguntei o seu nome. Ele disse se chamar João, e prosseguiu: Quer que eu soletre o meu nome. Eu lhe respondi: Não precisa, obrigado pela gentileza.

Goiânia, 27-02-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

O meu diário 96,97 e 98

 Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 17 de maio de 1996 – Sexta-feira

     07:30 afastei-me da cama e fui ao banheiro para a minha primeira ablução. Minha mãe já tinha ido na escola das minhas meias-irmãs para uma reunião com os pais. As meninas ficaram assistindo TV, depois foram comprar o pão. Meu pai fez o café. Tomei leite com café e comi um pãozinho francês com margarina. Meu irmão Vilmar veio de moto com seu filho de nome Marcus, de 07 anos de idade. Ajudei meu pai a concretar uma areazinha e um quartinho de dispensa. Tomei um banho. Almocei arroz, feijão, bife e salada e tomei um suco de uva. Preparei a minha bolsa de volta e guardei as roupas de cama no guarda roupa. Dei a meu pai 02 folhas de cheque em branco, uma para comprar uma porta veneziana e algumas coisas que faltarem na obra, e a outra para ele usar no supermercado. 13:20 me despedi dizendo que por volta do dia 10 eu estaria de volta. Peguei o ônibus às 15:00, de Serranópolis com passagem em Rio Verde. Ao meu lado veio uma mulher negra simpática que me ofereceu broas de milho, mas recusei com um “muito obrigado”. Cheguei em Rio Verde às 18:30. Desci no trevo e pequei o coletivo; usei a carteirinha para não pagar passagem, oferta da empresa a nós policiais civis.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

504 Gosto de morar na roça

     Estou na capital, na casa da minha filha mais nova passando uns dias, para fazer o tratamento de câncer da minha próstata, que fiquei sabendo acomete pessoas negras. A minha esposa ficou na roça cuidando da criação. E a minha filha não me deixa andar sozinho no ônibus, por medo d’eu me perder. .
     Apesar do conforto da cidade, eu prefiro morar na roça para contemplar a natureza e respirar o ar puro. Gosto de ver o nascer e o pôr do sol no horizonte. E à noite gosto de ver a lua e as estrelas sem a interferência dos prédios. Foi na roça que criei os meus 10 filhos.
     Alguém me perguntou se onde eu moro tem linha ônibus. Eu lhe respondi que sim, que tem um ônibus que percorre várias currutelas, que o motorista e o cobrador são conhecidos e conhecem cada passageiro. Que é permitido carregar quase tudo desde que esteja embalado num saco, como uma galinha, um leitão, um peixe, um catulé, um cacho de bananas ou uma verdura.
     É uma viagem que dura um dia, ida e volta; que o motorista para no restaurante da dona Maria para o almoço ou lanche, e avisa, que se precisarmos de uma pasta de dente, tem uma a nossa disposição na sua cabine. É uma viagem divertida onde revemos parentes e amigos.

Goiânia, 26-02-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)

domingo, 25 de fevereiro de 2024

Frases do meu livro

3466 – Neste mundo, temos que ser fortes e destemidos para sermos vitoriosos.
3467 – Pais que não orientam os seus filhos no caminho que devem andar, certamente sofrerão as consequências.
3468 – A prática de uma boa religião é fundamental para a nossa saúde física e mental.
3469 – O seu maior incentivador é você mesmo; por isso, nunca desista.
3470 – Não vende a sua dignidade, porque é a sua melhor arma contra o inimigo.
3471 – Felicidade é ter fé em Deus, amar mesmo sem ser amado, ser simples, cultivar plantas e gostar de animais.
3472 – Podemos comprar a fama; só não podemos comprar o reconhecimento fruto do nosso trabalho.
3473 – Felicidade é não termos inimigos, termos uma família linda, termos saúde e esperança de dias melhores.
3474 – Não podemos deixar que o medo e o desânimo nos afetam; temos que ser fortes e corajosos, sempre.
3475 – Não se iluda com a fama que só dura alguns minutos; e lembre-se que no restante do dia você é uma pessoa comum.

(Do meu livro O mundo é uma escola V, 8165 frases reunidas, editora Kelps, Goiânia, 2023)

728 Sou feliz por ter você como a minha companhia ideal

       Sou feliz por ter você como a minha companhia ideal, tudo que eu mais sonhei. Entre nós um sentimento de amor verdadeiro e duradouro. Você me ama e eu te amo; amamo-nos com naturalidade; vivemos com sagacidade num mundo sem fim. Só você me completar e alegrar o meu coração. Você nasceu para mim, assim como eu nasci para ti; não podemos viver separados porque muito sofrermos. Temos que caminhar sempre juntos para encontrarmos o Paraíso, um recanto de paz, onde os nossos sonhos a realizar.
       Você é a razão do meu viver, da minha felicidade. Não posso viver sem você, que é como uma luz que iluminar o meu caminho. Com você ter uma direção e jamais me perder. Sem você só tristeza e solidão, e a vida sem imaginação.

(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96,97 e 98

 Aparecida de Goiânia, 16 de maio de 1996 – Quinta-feira

     Após o despertar do meu relógio de pulso às 08h eu levantei; fui no banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto. Fui tomar café e comi um pãozinho francês e meio com margarina. Temos o hábito de não nos cumprimentarmos quando amanhecemos em casa, só quando chegamos ou estamos saindo, e nós filhos e filhas tratamos os nossos pais com o pronome senhor e senhora, e damos bênçãos aos nossos pais. Meu pai começou cedo fazendo uma massa para reboco, pois irá terminar de rebocar um quartinho que vou usar como dispensa. Almocei arroz, feijão, frango frito e salada de alface e tomate. Assisti os telejornais pela manhã. Revisei um pequeno artigo sobre a Aids, que falta datilografar. Fui no depósito a pé e comprei uma curva para a torneira do tanque de lavar roupa. 19:40, com minha mãe, minhas meias-irmãs Deuzeli e Rosiane fomos à igreja Assembleia de Deus, que fica distante uns 200m. Uma irmã que estava dirigindo o culto deu-me uma oportunidade para dar um testemunho, agradeci a Deus pela minha saúde e fé e por meus pais estarem convivendo juntos. O irmão Wilson, novato, pregou sobre buscar a Deus (Mateus 11:28). No final, houve a entrega de produtos alimentícios para uma campanha de cestas básicas para os irmãos em dificuldades.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

sábado, 24 de fevereiro de 2024

O meu diário 96,97 e 98

 Aparecida de Goiânia, 15 de maio de 1996 – Quarta-feira

     07:40 pus-me de pé; fui no banheiro, escovei os dentes, fiz a barba e lavei o rosto, e fui tomar café que minha mãe fez acompanhado de bisnaguinhas com margarina; comi duas e meia. Desisti de ir no centro para fazer uma consulta médica sobre um pequeno caroço que tenho nas costas há anos consequência de um cravo não espremido. O motivo da minha desistência é porque sexta-feira vou para Rio Verde, e lá é mais conveniente. Além da consulta, o médico irá marcar uma data para uma pequena cirurgia, e como eu vou ficar em Rio Verde pelo menos uns 20 dias, então é melhor para mim todo o procedimento. Não vou esperar mais, tenho que tirar esse caroço que já está me incomodando e a Medicina preventiva recomenda. Ainda na parte da manhã o caminhão do depósito chegou com os materiais que comprara. Na parte da tarde o meu irmão Vilmar que é soldado chegou numa viatura da PM, fizera a operação do joelho e ficará de repouso até se recuperar.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, em edição)

503 Deus não aprova o divórcio

     Na noite passada (29-01-2024) fui deitar por volta das 23:30, liguei a televisão num canal evangélico e acabei dormindo. Sonhei com um casal de noivos que estava no cartório para oficializar a união, porém a noiva 30 anos mais nova disse que só se casaria por regime de comunhão total de bens. Depois de um impasse, o noivo aceitou assinar a certidão.
     Acordei pelas 02:00 com um pastor pregando que para Deus o casamento é inseparável e deve ser por comunhão total de bens, que o casal deve construir juntos os seus sonhos por ser uma só carne, por toda a vida. Mas que diante da infidelidade e interesses, a comunhão parcial é recomendada pela lei dos homens.
     Diante do contexto, lembrei-me de dois versículos da Bíblia Sagrada. Ou seja, de Lucas 16:18 em que Jesus Cristo disse: Qualquer que deixar sua mulher e casa com outra adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido adultera também. E de I Coríntios 7:11 em que o Apóstolo Paulo disse: Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.

Goiânia, 24-02-2024

(Do meu livro Minhas histórias, em construção)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

O meu diário 96,97 e 98

 Aparecida de Goiânia, 14 de maio de 1996 – Terça-feira

     07:40 deixei a cama; fui no banheiro inacabado, está faltando colocar cerâmica, fiz minha primeira higiene pessoal. Fui tomar café acompanhando de rosquinhas com margarina, comi duas e meia. Fui na farmácia que fica a uns 300 metros, onde comprei um exemplar do jornal O Popular e ganhei um exemplar do jornal, “Aparecida Hoje”. Minha carta foi publicada com o título Reforma Agrária já. Fui com meu pai em dois depósitos de materiais de construção distante uns 300 e 600 metros. No primeiro comprei cimento, areia e uma porta veneziana; no segundo comprei 42 metros de cerâmica cor vinho. Paguei 73 reais em um e no outro paguei 200 reais e 100 reais ficou para 30 dias com um cheque pré-datado. Almocei bem. Meu irmão Edmar me pediu 20 reais emprestado para pagar no outro mês. Meu outro irmão de nome Vilmar esteve em casa e disse que no dia seguinte irá internar para fazer uma cirurgia do joelho. Fiquei um pouco no portão, vi a Cristiane, uma moça de 18 anos que mora em frente, na casa que foi minha. É uma boa moça. Jantei bem. Deitei-me cedo; dormi pouco; passei toda a noite com a luz ligada.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em edição)

502 Decepção no amor

     No ano de 1989 morava na cidade de Rio Verde, Goiás, quando apaixonei pela sobrinha da namorada de um amigo meu, uma negra muito bonita com 17 anos de idade. Na festa da agropecuária eu a encontrei com seu namorado e seus familiares. Depois de um desentendimento com seu namorado, o mesmo foi embora. E eu fiquei a conversar com ela e seus familiares até tarde da noite.
     No dia seguinte fui na sua casa e falei da minha intenção de namorá-la, e ela me disse que iria pensar pois estava saindo de um relacionamento. Num final de semana a convidei para ir num baile num clube tradicional, e ela aceitou. Fomos no meu velho carro. Chegamos no clube de mãos dadas e sentamos numa mesa. O salão estava lotado de jovens. Passado um pouco de tempo chegou um rapaz e a pegou pela mão e foram dançar. Achei estranho ela dar mais atenção para o rapaz do que para mim.
     Como ela estava demorando para retornar, eu decidi ir embora. Por estar fascinado por ela, eu a procurei no dia seguinte, mas ela não quis falar comigo, e disse que eu era irresponsável e me mandou embora. Eu insisti em voltar a namorar com ela, mas ela não quis me perdoar.
     Ao perceber que ela tinha arrumado um novo namorado, que tinha um GM Monza 2.0, que parecia ser rico, eu me afastei dela. Ela se engravidou do homem mais velho do que eu. O homem não quis assumir a sua gravidez por ser casado, e voltou para Goiânia. Ela desistiu de ir atrás e quis voltar a namorar comigo. Eu disse a ela que estava envolvido com uma colega de profissão.

Goiânia, 23-02-2024

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Frases do meu livro

3456 – Ter sabedoria é saber usar a inteligência e as palavras nas horas certas.
3457 – A boa aparência é importante; mas o mais importante é avaliarmos a qualidade do produto.
3458 – A beleza não se põe na mesa. O que se põe na mesa são os alimentos que nos sustentam fisicamente.
3459 – Vamos eleger alguém pelo caráter e competência, e não pela aparência ou belas palavras.
3460 – Não vamos deixar o medo e a timidez roubarem os nossos sonhos. Vamos lutar bravamente por nossos objetivos.
3461 – Se alguém se afastou de você num momento de dificuldade não era seu amigo ou amiga; era um (a) oportunista.
3462 – O caminho para o Paraíso é desértico, cheio de obstáculos e longo.
3463 – Torcida ajuda, mas não ganha jogo. O que ganha jogo é competência, força e determinação.
3464 – Quando a situação está ruim a tendência é ficarmos sozinhos, por isso, temos que aumentar a nossa fé.
3465 – Não adianta termos fé e esperança senão tivermos coragem para vencermos os obstáculos.

(Do meu livro O mundo é uma escola V, 8165 frases reunidas, editora Kelps, Goiânia, 2023)

727 Você é a mulher da minha vida, tenho certeza disto

       Você é a mulher da minha vida, tenho certeza disto. Você é a mulher dos meus sonhos, a que eu escolhi para ser a minha companheira, para viver ao meu lado para sempre. Só você alegrar o meu coração e me encher de vida e de esperança. Quero te amar e ser amado por ti, porque só você me completar e me locupletar. Você nasceu para mim, assim como eu nasci para ti. Tudo que tenho e que sou agradeço a você por me dar força e alimentar minha fé. Juntos semearmos boas sementes por onde passarmos e colhermos bons frutos que nos alimentar.
       Sou feliz por ter te encontrado no meio de muitas mulheres. Você é especial em minha vida por me fazer importante. Você veio para me fazer também feliz. O nosso amor é verdadeiro e duradouro.

(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde/Aparecida de Goiânia, 13 de maio de 1996 – Segunda-feira

     Acordei às 05 horas; demorei uns 20 minutos para levantar. A única gatinha que restou de cor preta rajada de amarela dormiu no tapete na porta do meu quarto. Ela é acostumada comigo, brinco com ela com os pés acariciando o seu corpo. Às vezes ela deita para que eu passe o pé nela. Parece que ela entende o que eu falo com ela. Um simples sai, ela atende. Também mio imitando ela. Fui no banheiro para as minhas abluções. 05:45 já estava com uma bolsa contendo um revólver e alguns remédios a deslocar-me a pé até à rodoviarinha, com a passagem comprada para Goiânia horário das 06 horas. O vendedor do guichê que já me conhece disse: E aí escritor e o livro? Disse-lhe que até o fim do ano pretendo fazer outro livro, que o problema é o dinheiro. Cheguei em Goiânia 10:00, desci na rodoviarinha de Campinas e peguei o eixo Anhanguera Campinas. Cheguei em casa 11h e pouco. Minha família, boa de saúde. Meu pai fez alguns serviços no barracão; está faltando o piso e alguns acabamentos. Fui na barbearia ao lado do posto cortar o cabelo. É a primeira vez que eu corto o cabelo com um menino que aparenta uns 14 anos. Cortou bem. Passei no supermercado e fiz uma comprinha de 10 reais e 40 centavos; comprei linguiça, um pacote de bisnaguinhas e margarina.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em edição)

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

726 Parece que estou sonhando, mas é realidade ter você junto a mim

       Parece que estou sonhando, mas é realidade ter você junto a mim. É o momento de encanto e ternura que eu mais sonhei em toda a minha vida. Sou feliz por ter o seu amor e carinho que me despertar para uma vida mais florida. O destino nos unir apesar das adversidades e contratempos, e hoje somos vencedores. O amor transformar as nossas vidas e nos fazer resplandecer. Com você ao meu lado não mais tristeza e solidão, e um amanhecer lindo e cheio de vida e esperança.
       Você é o motivo porque vivo, é a razão da minha felicidade, o meu prêmio por merecimento. Tudo que tenho e sou devo a você por me incentivar. Você é a minha musa, fonte da minha inspiração.

(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 12 de maio de 1996 – Domingo

     Estive de serviço das 08 às 18 horas, sem alteração. 19:45, de carro, desci para a igreja batista. Na chegada vi a Wanessa que estava de uniforme do Grupo Vida, composto por várias pessoas; estava com uma saia longa, cor azul clara e uma blusa branca. O pastor Carvalho pregou sobre Ser filho de Deus, dar valor as coisas do céu, que tudo é passageiro. No final do culto a Wanessa me cumprimentou com um “boa noite”. Cumprimentei os seus pais. Ela saiu de carro mais o seu irmão, voltou logo. Houve na cantina um arroz com galinha que sobrou do almoço; fiquei a jantar. Ela quis comer perto de mim, mas ficamos em silêncio. Depois que passei a trabalhar no domingo, deixei de ir na Escola Dominical e culto da manhã e eventuais almoços.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

O passamento da nossa querida irmã - crônica

    Hoje é sexta-feira 09-02-2024, estou na chácara distante 30 km de Goiânia com meu irmão Afonso desde quarta-feira pelas 12:00, onde não falta serviço e tem chovido sem parar. Levantei-me por volta das 06:00, e não estava chovendo. Fui ao banheiro escovar os dentes, lavar o rosto e fazer a barba. Fiz um café e fervi um copo de leite para fazer um pingado e facilitar a degustação de 03 fatias de pão integral com castanhas e frutas. Passei um pano na casa. O meu irmão Afonso gosta de dormir até mais tarde. Liguei a televisão num canal de esportes e pelo celular conectei-me na internet, em minhas redes sociais. Pretendo colocar uma internet via cabo ou rádio para poder usar o notebook. Recebi uma mensagem da minha irmã Deusa que me informou do falecimento e velório da nossa irmã em Cristo Odília, 85 anos, vítima de chagas no intestino, nossa conhecida há mais de 40 anos, que veio de Goiatuba junto com seu esposo pastor Waldivino (in memoriam) e seus 05 filhos, 03 homens e 02 mulheres. Lembro-me que ela tinha uma bela voz e muito colaborou com a música da igreja. Lembro-me que há 10 anos ela me dera uma muda de pitanga, que já está dando frutas.
     Às 10 horas eu e o meu irmão Afonso deslocamo-nos para Goiânia, no meu carro Sandero. Em Goiânia passamos num restaurante e compramos 02 marmitex. Pelas 12 horas almocei. Voltei a navegar na internet e postei um texto do meu livro O meu diário 96,97 e 98. Por volta das 15h eu e o meu irmão Afonso passamos na casa da nossa irmã Deusa distante 10 km de casa, e ela e o seu marido de nome Donizete foram conosco ao velório, no cemitério Jardim da Paz em Goiânia. Havia mais de 100 pessoas entre parentes e irmãos da igreja Assembleia de Deus, onde a minha mãe (falecida) foi uma das pioneiras junto com a irmã Odília, e onde também congreguei. Houve um culto dirigido pelo pastor Silas, filho caçula da irmã Odília. Houve a parte de cânticos e recitações de poemas por Valsoni, filha, e por Gabriela, neta. Foi dada a oportunidade a vários pastores conhecidos e irmãos da igreja para homenagearem a irmã querida. A mensagem foi proferida pelo pastor João Santana, sucessor do pastor Waldivino. Pelas 17:30 houve o enterro. Deixei a Deusa e o seu marido em suas casas. Em casa, tomei um banho e jantei. Liguei a televisão e naveguei um pouco na internet. Comecei a arrumar minhas mochilas para a viagem de amanhã bem cedo a Mimoso de Goiás onde irei visitar meus parentes e amigos. Pelas 23 horas fui dormir.

Goiânia, Goiás, 09-02-2024

725 Lembro-me daquele dia tão lindo quando te vi pela primeira vez

       Lembro-me daquele dia tão lindo quando te vi pela primeira vez numa fila de supermercado. Você me olhava todo o tempo, parecia que me conhecia de algum lugar. Eu também não conseguia deixar de olhar para você, por ser tão encantadora. Foi um momento muito importante que marcou em minha vida. Você veio de tão longe para fazer parte da minha vida e ser a minha cara-metade. Você abriu o seu coração para mim. Desde então passamos a caminhar sempre juntos e termos os mesmos objetivos. Juntos, os nossos sonhos e planos a realizar.
       Descobrimos uma cidade linda para morarmos e construirmos a nossa casa. Você me amar cada dia mais e alegrar o meu coração. E eu retribuir o seu amor por mim com todo encanto e ternura.

(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 11 de maio de 1996 – Sábado

     No caminho para o trabalho, na carceragem do presídio, passei numa panificadora onde tomei um pingado, café com leite, e pedi 100gr de biscoitos de queijo. Passei na banca de revista e comprei um exemplar do jornal O Popular; a minha carta fora publicada com o título Moralização da polícia. O meu serviço foi sem alteração. 19:50, de carro, desci para a primeira igreja batista. Antes a nossa república era perto da igreja, distante uns 300m, na avenida Presidente Vargas. A irmã Geovanda dirigiu o culto da Mocidade. Houve uma brincadeira de todos falarem a origem do seu nome próprio. Falei sobre o meu. A Wanessa estava com uma saia estampada longa e uma blusa preta. Cumprimentei-a com um Oi. Ela me respondeu: Tá joia. Após o culto, ela conversou com alguns jovens, menos comigo. Foi embora com o irmão Ditmar, que mora num setor acima da sua casa.

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

domingo, 18 de fevereiro de 2024

724 Você precisa confiar em mim assim como eu confio em você

       Você precisa confiar em mim assim como eu confio em você. Você não pode ter medo nem se envergonhar de mim, porque eu muito te amar. Você precisa abrir o seu coração para que eu possa entrar e fazer parte da sua vida. O nosso amor é puro e duradouro, e é o motivo da nossa aliança, dos nossos de crianças. Eu sou o seu único bem e só eu te fazer feliz. Eu sou muito importante para você. Sem mim você não ser ninguém e não brilhar. Você também é muito importante para mim. O nosso consentimento é a razão da nossa felicidade.
       Você não pode fugir de mim, porque é sou o seu único caminho que te levar ao Paraíso, a um mundo iluminado onde os seus sonhos a realizar. Eu sou o seu príncipe encantado; você precisa montar no meu cavalo para juntos a cavalgar.  

(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 10 de maio de 1996 – Sexta-feira

     07:40 saí da cama. De carro, 08:00, fui na panificadora Imperial onde pedi um copo de 300ml de chocolate e 100gr de biscoitos de queijo e paguei 0,90 centavos de real. Dei uma olhadela no jornal O Popular e vi que a minha carta não fora publicada e não comprei. Quando minha situação financeira ficar melhor pretendo ter assinaturas de alguns jornais. Meu salário está aquém da realidade, e não passo em outro concurso melhor. Não sei quando vai melhorar. E para piorar, os meus negócios estão ruins; não sei o que está havendo comigo, não consigo economizar. Uma coisa é certa, sem dinheiro ninguém pode conseguir as coisas, nem as mais simples como comida e roupas. Sem falar em moradia e em ter uma família. O certo é que tudo é passageiro como um piscar de olhos, não compensa ficar lamentando. O Universo conforme cientistas existe há bilhões de anos, e não somos nada. Passei no advogado e recebi os 05 reais do livro. À tarde, de carro, fui no Banco do Estado de Goiás (BEG) tirar um extrato e vi que meu pagamento foi creditado em minha conta valor de 344 reais e descontado 22 reais da UGOPOCI. Passei na banca de revistas e papelaria onde comprei revistas e um papel chamex e uma pasta para colocar papéis, os meus escritos. 

(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

sábado, 17 de fevereiro de 2024

Frase do meu livro

8575 – O que semeamos na ida, certamente colheremos na volta para a nossa casa. 


(Do meu livro O mundo é uma escola VI, 8166-)

501 Lembranças da minha avó - conto

     Há 80 anos só existiam os meus avós e os meus tios, que moravam na região de Mimoso de Goiás, uma currutela pertencente ao município de Niquelândia. Brasília não existia, era uma região com muitas currutelas e fazendas. Os meus antecedentes maternos eram descendentes de escravos. Há uma velha estrada que vai para Niquelândia e passa por Muquém (cidade religiosa), que rodeia uma serra com calçamento de pedras, que ainda é usada por peregrinos cristãos.

     Lembro-me da minha avó materna, que gostava muito dela, de nome Santina Lucas de Almeida conhecida por Criola, que tinha um pequeno papo (deficiência de iodo) e era brava, morreu aos 55 anos de idade, vítima da doença de chagas. A minha mãe morreu em 2003 aos 62 anos de idade, vítima de câncer nos rins, e teve 07 filhos, eu, mais 04 homens e duas mulheres. Dos meus 08 tios maternos restaram, meu tio Bregídio (88), minha tia Otaciana (80) e meu tio João (76). A minha tia Otaciana é a mais nova de três irmãs, é viúva e tem 05 filhos, dois homens e 03 mulheres. É a nossa segunda mãe e contadora de histórias.

     A minha tia Otaciana me contou que naquela época as pessoas vinham até a cidade de Corumbá de Goiás distante cerca de 180 km no lombo de cavalos para comprarem sal, açúcar e outros mantimentos, viagem de 01 dia. Que a travessia do Rio Maranhão era feita em canoa ou num vau na época da estiagem, pois não havia balsa nem tão pouco pontes. E que apesar das dificuldades, a vida era divertida; que andavam léguas a cavalo para irem numa festa onde dançavam toda a noite.  

     A minha tia me contou ainda que quando criança chegou um homem em sua casa e disse para a sua mãe: Bom dia, comadre Criola, vim aqui pegar emprestado de ti um bocadinho de açúcar para fazer um chá. Que a minha avó lhe respondeu: Compadre, estou sem açúcar no momento, estou usando rapadura para adoçar o café. Que o meu tio Bregídio disse: Não mãe, tem um potinho de açúcar do fundo do balaio coberto de algodão. E que a minha avó justificou: Compadre, me desculpa, tinha-me esquecido onde guardara o açúcar, vou buscar um bocadinho para ti.

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 09 de maio de 1996 – Quinta-feira 


     07:45 deixara a cama. Acordei às 05:00 com a televisão ligada. Acontece muito, porque às vezes pelas 21h eu pego no sono, e deixando de assistir algum programa que queria. Ainda bem que tenho sonho e não insônia. Mas quando acordo no meio da noite demoro um pouco a voltar a dormir. Nesta noite, por exemplo, não consegui mais dormir. De carro, fui à panificadora Imperial na avenida Augusta Bastos distante mais ou menos 01 km, onde tomei um copo grande (300ml) de chocolate e pedi 100gr de broa de milho e paguei 01 real. Nesta panificadora vendem jornais O Popular, dei uma olhadela e vi que a minha carta não fora publicada e não comprei. Passei no escritório do advogado Quintiliano, estava fechado. Passei a manhã revisando uns sonetos. Almocei pouco. À tarde comecei a datilografar os sonetos revisados. Estou amadurecendo como escritor, por isso pretendo revisar o que tenho escrito (sonetos) de 09 anos para cá, isto é, de 1987. O restante mais de 2 mil poesias em prosa, de 1978 a 1980 vai ser difícil, não sei vale a pena, por conter muita imaturidade e erros de português.


(do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)


Nota do autor: Depois de rasgar cerca duzentas poesias em prosa, resolvi fazer a revisão de 2214 poesias em dois anos, que pretendo publicar em livro O meu sonho realidade


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

723 Mesmo depois de muito tempo que você me deixou não consigo te esquecer

       Mesmo depois de muito tempo que você me deixou não consigo te esquecer. Tenho muita saudade de ti. Lembro os belos momentos que passei ao seu lado quando eu era muito feliz. Sinto a sua falta todo o momento. Estou perdido num mundo de tristeza e solidão. Sem você ao meu lado não ter esperança nem perspectiva de vida. Você partiu e me deixou em pedaços. Sinto um vazio no meu coração. Estou muito feliz por ter recebido um e-mail seu em que dizia que me ama e que estaria voltando para mim.

       Ter você de volta para mim é tudo o que eu mais quero na vida, porque você é muito importante para mim. Com você ao meu lado o meu mundo mais florido e voltar a ser feliz. Não posso te perder jamais!


(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214 pequenos contos, prosa poética, em revisão)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 08 de maio de 1996 – Quarta-feira 


     06:50 estava de pé, fui no banheiro escovar os dentes, fazer a barba e tomar um banho quente. Tenho o hábito de fazer a barba todo dia pela manhã. Assisti o telejornal Bom Dia Goiás e uma parte do Bom Dia Brasil. Às 08h, com uma calça jeans azul e uma camisa cor verde, de carro, fui na panificadora de nome Imperial distante 1 km, onde tomei um copo de leite com toddy 300 ml e comi 50gr de biscoitos de queijo. Passei no escritório do advogado Quintiliano para pegar 05 reais referente a um livro que vendera para uma irmã em sua igreja há uns meses atrás. Ficou de eu voltar depois por não ter o dinheiro disponível. Após o almoço revisei e datilografei um pequeno artigo sobre Reforma Agrária e deixei na TV Riviera filiada da Organização Jaime Câmara (0JC) endereçada ao jornal O Popular. 19:50, de carro, desloquei-me à igreja Batista. O pastor Carvalho pregou sobre O Cristo glorificado, com quem devemos parecer em obras divinas (Colossenses 3:12). A Wanessa estava com uma calça cor clara e uma camisa blusão de cor preta. Sentou-se em outra fileira. Após o culto não me cumprimentou. Ficou perto de mim a conversar com um rapaz da república da igreja, que dizia estar péssimo em química e que precisava de um auxílio. 


(Do meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

722 Faz tanto tempo sem te ver e eu não pude te esquecer

       Faz tanto tempo sem te ver e eu não pude te esquecer em nenhum momento. Hoje eu sei que você é muito importante para mim e que não posso viver sem você. O nosso amor nunca acabar. A natureza está a nosso favor para voltarmos a nos reencontrar. Preciso voltar para você, para os seus braços onde é o meu lugar. Você é o meu único bem, a razão do meu viver. Sem você não ser ninguém, e minha vida desfalecer. Precisamos confessar os nossos sentimentos um ao outro e fazermos uma eterna aliança. Tenho muita saudade de ti.

      Eu não posso mais caminhar sem você, porque me perder num caminho de tristeza e solidão. Só você me dar força para vencer os obstáculos e alegrar o meu coração. Preciso muito de ti, do seu lindo sorriso. 


(Do meu livro Meu sonho realidade, prosa poética,  2214 pequenos contos, em revisão)

500 Eu, lavador de carros

     Numa noite dessas sonhei que era lavador de carros e um cliente tratou comigo de ir lavar o seu carro, um Chevette antigo cor branca que acabara de reformar. Convidei o meu irmão Afonso para ir comigo me ajudar a lavar o carro. Fomos numa moto velha. Demoramos cerca de 03 horas para fazermos o serviço. O carro ficou um brinco, e o velho cliente ficou satisfeito com o serviço que me deu umas mochilas. Cobrei dele 200 reais pelo serviço.


Goiânia, 14-02-2024 


O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 07 de maio de 1996 – Terça-feira 


     07:30 deixei a cama; fui no banheiro de baixo, escovei os dentes e lavei o rosto. Vesti uma roupa de sair, ou seja, uma calça de brim cor escura e uma camisa gola polo cor verde, de marca italiana, mas contém um rasgadinho na parte da frente causado na lavadora de roupas na casa da minha mãe, por isso não passeio mais com ela. De carro, passei num armazém próximo e comprei um jornal O Popular. Ao religar o carro passou por mim a Delma que me olhou nos olhos e não falou nada, ainda estava bonita e atraente; fui embora ressentido por um passado de afinidades; foi minha namorada por 03 anos, deixei-a de repente por outra moça. Mas, a realidade é outra, tenho que seguir meu caminho mesmo que seja o de ficar só, mas com integridade. No fim a gente acaba mesmo é sozinho assim como viemos ao mundo. Temos que prestar contas somente ao nosso Criador, o dono de nossas vidas. Comecei a fazer a revisão de 100 sonetos.


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Frases do meu livro

3446 – Jamais despreze alguém, por não saber o futuro e não ser surpreendido com uma derrota.

3447 – Se não aprendermos com as derrotas, jamais seremos vencedores. 

3448 – Felicidade é ter fé em Deus, ter esperança, perdoar e ajudar o próximo. 

3449 – Os nossos adversários estão por toda a parte, por isso, temos que nos prevenir. 

3450 – Não deixe uma boa oportunidade passar, porque outra pode não aparecer tão cedo ou nunca mais. 

3451 – Não deixe de fazer algo de bom hoje, porque amanhã poderá ser tarde e o tempo não volta jamais. 

3452 – O mal se apresenta como um atalho ou vantagem em nossas vidas e se transforma num grande problema. 

3453 – Temos que ter todo o cuidado para não cairmos num buraco, porque se dependermos de certas pessoas nunca iremos sair.

3454 – Temos que nos proteger do mal, que é como uma praga que afeta nossa lavoura e nos leva a produzir frutos ruins.

3455 – Sem fé, amor, esperança, disciplina e trabalho nunca seremos vencedores.  


(Do meu livro O mundo é uma escola V, 8165 frases completas, editora Kelps 2023, Goiânia, Goiás)

721 Você é muito importante para mim

       Você é muito importante para mim, por me fazer esquecer um passado de desilusão. Você me resgatar dum mundo de tristeza e solidão. Tudo que tenho devo a você, que salvar a minha vida e me encher de esperança dum novo dia. Eu sou uma nova pessoa, que agora acreditar que a felicidade existe. Você me dar forças para viver e fortalecer a minha fé em Deus e na natureza. Sou feliz por ter encontrado você depois de muito sofrer. Você é a minha cara-metade, a razão do meu viver, da minha integridade.

       Eu só tenho a agradecer a você por fazer parte da minha vida. O meu desejo é retribuir o seu amor e carinho por mim, e te fazer também feliz, porque você é o meu único bem, tudo que mais preciso para ser completo.


(Do meu livro Meu sonho realidade, 2214, prosa poética, pequenos contos, em revisão)


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

720 Eu sou uma pessoa simples que veio do interior

       Eu sou uma pessoa simples que veio do interior, com pouco estudo, muitos planos e cheio de vida e de esperança. Fui criado junto à natureza, sei o que é certo ou errado. Não tenho riqueza para te oferecer, mas tenho amor e carinho para te dar. Sou um sonhador; tenho muitos sonhos a realizar. Não tenho muita inteligência, mas tenho sabedoria para viver e acredito em Deus, o criador do Universo. Quero voltar a estudar. Eu sei do seu interesse por mim, em me aceitar como sou. Sou feliz por você me amar assim como sou.

       Você é tudo que eu mais sonhei na vida. Você é o meu incentivo para lutar e vencer. Juntos sermos mais fortes e vencedores, e sermos muito felizes e realizarmos os nossos sonhos de uma vida a dois. O amor nos completar e nos fascinar, e iluminar o nosso caminho. 


(Do meu livro Sonho realidade, prosa poética, pequenos contos, em revisão)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 06 de maio de 1996 – Segunda-feira 


     Levantei-me da cama às 07:30; fui no banheiro que fica na parte de baixo do sobrado, na área de serviço. É um banheiro para a empregada doméstica. Neste sobrado tem 04 banheiros, sendo um numa suíte onde mora uma policial. Escovei os dentes, lavei o rosto e subi. Vesti uma calça de brim cor escura e uma camisa gola polo verde e calcei um sapato preto e, de carro, fui ao mercado do Produtor que pertence a prefeitura onde funciona o restaurante que nos fornecem os marmitex, onde há uma panificadora da prefeitura; tomei um copo de leite com café e ainda comprei 100gr de biscoitos de queijo. Num comercial encostado comprei um exemplar do jornal O Popular. Pela manhã, li algumas partes do jornal que mais me interessou.  Precisamos fazer uma vaquinha para comprar o gás. Falei com os colegas, que teimam em não colaborar. À tarde preparei um pequeno artigo sobre a Reforma Agrária, que ainda falta fazer alguns retoques e datilografar. No fim da tarde fiz exercícios físicos por cerca de 10 minutos. Tomei um banho e jantei. 


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Frase do meu livro

 8572 – Com o tempo vamos perdendo a força, a fé e a esperança, e só nos resta uma vontade de ir para a cama mais cedo. 


(Do meu livro O mundo é uma escola VI, 8166-)

719 Sou muito feliz por tudo que tem acontecido em minha vida

       Sou muito feliz por tudo que tem acontecido em minha vida. Nada acontece por acaso; estou colhendo os frutos das boas sementes que semeei ao longo do meu caminho. Eu sempre acreditei na verdade como a solução para os meus problemas. A felicidade é duradoura e definitiva; enquanto que momentos felizes são passageiros. O meu sonho era ter uma companhia ideal, alguém para me completar e me despertar para um mundo mais garrido e cheio de poesia. Passei por momentos de tristeza e solidão, mas, sou um vencedor. 

       Você é a realidade do meu sonho; és o meu prêmio por merecimento, o motivo da minha felicidade. Você é a mulher mais linda do mundo a adornar o meu caminho e me encher de vitalidade. Preciso do seu amor e carinho para resplandecer. 


(Do meu livro Sonho Realidade, 2214 poesias em prosa, em revisão)

Juntos num só caminho - poesia

Juntos num só caminho

Ladeado de flores.

Não mais viver sozinho

Nem sentir dores.


Juntos de mãos dadas;

Sentimento que perdura

Como num conto de fada;

Todo encanto e ternura.


Juntos num só coração,

Com amor e carinho;

E vivermos toda emoção,

E nunca mais espinhos.


(Do meu livro Amor e Paixão, 60/100, editora Kelps 2021, Goiânia, Goiás)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

499 Homenagem aos policiais

     Sonhei que era policial civil e trabalhava numa cidade do interior do estado, e nas horas vagas, eu e um colega soldado da Polícia Militar fazíamos um trabalho voluntário em escolas da região com o objetivo de combater o uso de drogas pelos adolescentes. Falávamos dos problemas sociais e da marginalidade; e que a educação é a solução para acabar com a marginalidade. 

     Os professores e alunos de várias escolas nos solicitaram a presença do delegado regional da polícia civil e do comandante geral da polícia militar, para lhes prestarem uma homenagem pelo serviço prestado de combate às drogas. E eles fizeram uma linda homenagem. Os professores e alunos nos incentivaram ainda mais a trabalhar. E saímos fortalecidos para a luta.

  

Goiânia, 13-01-2024 

(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 05 de maio de 1996 – Domingo 


     07:50, de carro, fui para o serviço de carcereiro no presídio. Ouvi anunciar num carro com autofalante o falecimento da irmã Odete, da primeira igreja Batista onde frequento. 11h houve culto no presídio, pela Assembleia de Deus; doaram bíblias aos presos. O escritor Filadelfo Borges compareceu na delegacia de polícia, e falamos um pouco sobre literatura. 13h começou a visita no presídio. O escritor Sérgio Lopes agora livre compareceu no presídio como visitante, e deu-me um livro seu de presente. 17h terminou a visita, sem alteração. Lavei o meu carro por fora. 18h passei as chaves para o comandante da guarda, cabo PM Barbosa.


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

498 Os meus tios e meus primos

     Em Mimoso de Goiás cidade do entorno de Brasília, com cerca de 3 mil habitantes, outrora distrito de Niquelândia é onde estão as minhas raízes e é também onde nasci; nasci numa fazenda às 03 horas do dia 13 de agosto de 1960. Quando eu tinha 01 ano de idade, os meus pais se mudaram para o município de Pirenópolis, depois se mudaram para Anápolis e depois para Goiânia no ano de 1971. Pelo caminho ainda tiveram mais 04 filhos, a saber: Afonso, Deusa, Vilmar (in memorian) e Edmar.

     O meu pai se chamava Odom e a minha mãe Maria Conceição, ambos falecidos. Os meus tios paternos brancos, são: Almerinda, Maria, José, Narciso, Aristeia, Edson, Odilon, Delza e Manoel Iron, todos falecidos. E os meus tios maternos negros, são: Bregídio, Senhora, Senhor, Otaciana, João, Egídio e Antônio; e ainda estão vivos Bregídio, João e Otaciana.

     Dia desses estive com a minha tia Otaciana, 80, que sempre me passa informações sobre a nossa família. Ela me disse que a minha tia Maria e o seu esposo de nome Marinho moravam numa fazenda no município de Mimoso de Goiás, com 05 filhos pequenos, a saber: Abadio, Leogina, Geni, Reginaldo e Regina (gêmeos), com 03 anos de idade; que certo dia, Maria estava varrendo a casa e Marinho estava lá fora, Maria disse: Marinho, venha cá me ver; e Marinho lhe respondeu: Agora não, meu amor, estou ocupado. E que passado um pouco de tempo, Marinho entrou e encontrou Maria estendida no chão, sem respiração. 

     Minha tia Otaciana me disse ainda que meu tio Marinho ficou desnorteado e por não ter condições de criar os seus filhos, deu-os para os seus parentes; e que passados alguns anos, Marinho também morreu de repente. Lembro-me que Geni chegou a morar conosco quando eu tinha 06 a 08 anos de idade. Ainda conheço pessoalmente Regina e Reginaldo, e não conheço abadio nem Leogina. A minha prima Regina que mora em Brasília disse-me que todos estão vivos.  


Goiânia, 05-02-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)

Aprendendo com o tênis - crônica

     O tênis assim como outros esportes individuais, como o Boxe e o MMA, é cruel, onde um erro pode o levar à derrota ou ao nocaute. O tênis é um esporte em que o preparo físico, a inteligência e a técnica prevalecem. E o atleta quando está na quadra só depende de si mesmo, embora possa receber alguma orientação do treinador ou treinadora. Para se chegar ao topo do ranking não é fácil devido a evolução de cada jogador. Há muita competição dentro e fora das quadras.

     Sou amante do tênis desde pequeno, e aos 20 e poucos anos cheguei a ser sócio de um clube de tênis, mas não tive condições para praticar devido a mudança para uma cidade do interior. Na verdade, o tênis em nosso pais se tornou um esporte elitizado devido ao alto preços dos materiais esportivos como raquete e tênis e falta de quadras. 

     O tênis masculino é regulado pela ATP (Associação de Tenistas Profissionais), e o tênis feminino é controlado pela WTA (Associação de Tênis Feminino). Os maiores torneios do circuito são os 04 Grand Slams, ou seja, O Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open. A seguir vem os ATP Masters 1000, que são 9: Indian Wells, Miami, Monte Carlo, Madrid, Roma, Canadá, Cincinnati, Xangai e Paris. A sede do Masters 1000 do Canadá é alternada entre Montreal que fica com os anos ímpares, e Toronto que fica com os anos pares. A conquista dum Grand Slam vale 2000 mil pontos, Masters 1000 pontos e Finals oferece 1500 pontos ao campeão invicto. 

     Os tenistas mais pontuados são obrigados a disputar os quatro Grand Slams e 08 Masters 1000, sendo que o Masters 1000 de Monte Carlo não é obrigatório. As mulheres também são convidadas a participar dos Grand Slams e de alguns Masters 1000. No ano de 2020 devido a pandemia da Covid-19, a ordem dos torneios Masters 1000 foi modificada. O sérvio Novak Djokovic é o maior vencedor de Grand Slams e Masters 1000, ou seja, com 24 Grand Slams e 39 Masters 1000, seguido por Rafael Nadal, que conquistou 22 Grand Slams e 36 Masters 1000. O nosso brasileiro Gustavo Kuerten, conhecido como Guga, conquistou 03 Grand Slams e 05 Masters 1000.

     Melbourne é uma das cidades mais importantes da Austrália, na Oceania, com cerca de 5 milhões de habitantes, maior que a capital Sydney; é considerada um dos principais centros financeiros do país e de toda a região da Ásia-Pacífico. No ano de 2017, a revista The Economist considerou Melbourne a melhor cidade do mundo para se viver, com altos índices de desenvolvimento em áreas como educação, saúde, turismo e esportes.

     Em Melbourne, Austrália, entre os dias 07 e 28 de janeiro de 2024 foi realizado o primeiro Grand Slam da temporada. A decisão do simples feminino ocorreu no dia 27 entre a chinesa Qinwen Zheng, 28, e a Bielorrússia Arya Sabalenka, 25. E a Sabalenka foi a vencedora, por 2 sets a 0, parciais 6-3 e 6-2. E no simples masculino a disputa foi entre o italiano Jannik Sinner, 22, e o russo Daniil Medvedev, 27. E o vencedor foi o Sinner por 3 sets a 2, de virada, com parciais 3-6, 3-6, 6-4, 6-4 e 6-3. E é o primeiro título de Grand Slam de Sinner, que chega com muita perspectiva de outros títulos, pelo seu estilo de jogar.  


Guapó, 01-02-204



O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 04 de maio de 1996 – Sábado 


     Depois de tomar a primeira refeição, de carro, às 07:50 desci para a delegacia de polícia passando na banca de revista Tio Patinhas, no centro, onde comprei um exemplar do jornal O Popular. O Fisco apoiado por policiais militares apreendeu e levou para a delegacia um caminhão com uma carga de cerca de 15 toneladas de milho, sem nota fiscal, para que se fizesse um inquérito policial. Até as 18h o delegado de plantão não foi encontrado. O fiscal apreensor foi o escritor e historiador Filadelfo Borges de Lima, presidente da Academia Rio-verdense de Letras, Artes e Ofícios. O escritor Filadelfo Borges me falou que eu não fora eleito para a Academia por uma questão de estrutura, mas que surgirá uma cadeira de música e irá me indicar. Deu um livro meu para a escrivã Doris. 18h passei o serviço para guarda militar. Em casa o gás acabou. Comi uma marmitex do almoço sem esquentar. 


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

domingo, 4 de fevereiro de 2024

718 Eu sou o seu primeiro e único amor de sua vida

       Eu sou o seu primeiro e único amor de sua vida, e sempre fui carinhoso contigo, nunca te abandonei. Eu também sou o seu melhor amigo, e por ser mais experiente eu sempre te dei bons conselhos, mas você nunca quis me ouvir. Você só queria me ensinar e jamais aprender comigo. Por achar que eu estava errado em ser exigente, você quis me deixar e seguir outro caminho. Ao perceber que eu estava certo, você se arrepender e voltar para mim. Então, você acreditar em mim, em minhas palavras e em meu amor. 

       Sou feliz por você aceitar em ser a minha companhia ideal, tudo que mais sonhei. O seu consentimento me completar e me despertar para a vida. Com você o mundo é mais lindo e a minha vida mais florida.


(Do meu livro Prosa de amor e poesia, 2214 poesias em prosa, em revisão)

497 Tenho a memória fraca

- Leitor: Poeta e escritor Alonso Rodrigues, lembra-se de alguma poesia ou prosa que escreveu, ou melhor, que sabe de cor?

- Poeta e escritor Alonso Rodrigues: Caro leitor, não me lembro de nada e nem faço questão de lembrar ou de decorar; pois tenho a memória cada dia mais fraca e preciso estar sempre anotando para não esquecer. A tendência é eu esquecer tudo que aprendi e até quem sou com o passar do tempo. Na verdade, temos uma memória fraca em que muitas coisas são esquecidas. É sabido que os nossos conhecimentos vão para um arquivo espiritual ou subconsciente, para podermos renascer com uma nova alma e um novo corpo. O que importa para Deus é a nossa sabedoria ou talento em desenvolver uma atividade intelectual, artística ou serviçal para o bem. E só sentimentos de amor, fé e esperança podemos levar para a eternidade. 


Goiânia, 03-02-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)

sábado, 3 de fevereiro de 2024

Frases do meu livro

3436 – Quando a proposta for muito boa, duvide, porque deve haver algum interesse que lhe onere. 

3437 – O caminho para a felicidade é longo e cheio de obstáculos, e não existem atalhos. 

3438 – Apesar das circunstâncias ruins, não podemos perder a esperança, temos que acreditar no amor para vencermos.

3439 – É através da sabedoria que usamos nossa inteligência para o bem. E é através da arrogância que usamos nossa inteligência para o mal.  

3440 – É pelo amor e carinho que convertemos os nossos inimigos em amigos; e é pelo ódio que ganhamos muitos inimigos. 

3441 – Não podemos julgar ninguém pela aparência, que é como uma roupa que usamos para proteger o nosso corpo.

3442 – Para os nossos sonhos serem realidade, precisamos estar em comunhão com Deus e lutarmos até o fim. 

3443 – Temos que ajudar as pessoas fracas a se fortalecerem, porque um dia poderão nos salvar.

3444 – Os nossos sonhos não se realizam por não estarmos preparados e ter muita gente melhor; por isso, temos que nos preparar e esperar. 

3445 – Com sabedoria e amor aprendemos a ser imparciais e a amar o próximo como a nós mesmos.


(Do meu livro O mundo é uma escola V, 8165 frases reunidas, editora Kelps 2023, Goiânia, Goiás)


496 Não era traição

     Sou branco e tenho 23 anos de idade. Sábado passado estive no aniversário da minha noiva, preta, olhos verdes, de vinte anos de idade, que é a mais velha de 03 irmãos. O irmão do meio tem 18 anos. A caçula é tão bonita quanto a sua irmã, e tem 16 aninhos. 

     Quando a minha noiva se ausentava de mim para atender os visitantes, ela se aproximava de mim e ficava falando ao meu ouvido. A sua mãe ao desconfiar de alguma coisa a chamou e lhe deu algumas tarefas. Eu disse a sua mãe que éramos apenas amigos, que era papo de jovens, e jamais uma traição.


Guapó, Goiás, 02-02-2024


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em revisão)


O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 03 de maio de 1996 – Sexta-feira 


     07:00 afastei-me da cama; fui no banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto. Desci para a cozinha e preparei um achocolatado sabor banana para acompanhar 04 bisnaguinahas. Voltei para o quarto e liguei a televisão. Era 07:20; assisti ao restante do telejornal Bom dia Goiás e Bom dia Brasil, na TV Anhanguera. De carro fui num armazém próximo onde comprei um exemplar do jornal O Popular. A minha carta com título O banditismo foi publicada com outro título, isto é, O estímulo à impunidade. Religuei a televisão e assisti ao telejornal Dia a Dia, na Rede Bandeirantes. Fui tomar banho, e voltei a assistir ao telejornal que terminou às 10:05. Desliguei a televisão e liguei o rádio, e fiquei a ler a revista Seleções e ouvir músicas populares. Após o almoço assisti aos telejornais do meio-dia e ao programa Vídeo Show, da Rede Globo. Desci para o quintal com uma cadeira, e na sombra fiquei a lei o exemplar do jornal O Popular. Comi uns 04 cajás-manga que estava numa bacia no freezer, que eram de algum colega. Comi um bife de uma marmitex do almoço e subi para o quarto. Tomei um banho e desci. Não buscaram as marmitex da janta. Esquentei uma comida do marmitex do almoço e fiz uma limonada, e jantei. Assisti ao último capítulo da novela Explode Coração e achei mais ou menos. 


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

717 Depois de muitas desilusões, andar triste e solitário

       Depois de muitas desilusões, andar triste e solitário. O mais culpado sou eu por ter escolhido um caminho errado e me iludido. Mas, ainda há tempo de voltar e escolher um caminho certo, pois nunca é tarde para ser feliz. O caminho da felicidade é cheio de pedras e espinhos, por isso que nos enganamos ao escolhermos um caminho fácil. Todos nós estamos sujeitos a erros. Os erros fazem parte do nosso aprendizado. O importante é não cometermos os mesmos erros, e errarmos cada vez menos porque o tempo não volta para consertarmos os nossos erros.

       Não podemos viver enganados todo o tempo; temos que confiar nas pessoas crentes em Deus e em si mesmas, para não termos decepções. A solidão nos faz refletir e nos traz sabedoria. Temos que acreditar no amor que é a solução para os nossos problemas. Não podemos perder a fé nem a esperança de dias melhores. 


(Do meu livro Prosa de amor e poesia, 2214 poesias em prosa, em revisão)

495 Visita a um amigo

Depois de vinte anos voltara a cidade que morei por vinte anos para visitar alguns amigos, e fiquei sabendo que alguns tinham morrido e outros haviam se mudado

A cidade interiorana não mudou, continua pacata e acolhedora. Encontrei um velho com quem jogava baralho apostado, que ficou feliz em me encontrar e pela minha evolução, e me chamou para ir na sua humilde casa tomar um café e comer um bolo feito por sua mulher, agora confeiteira de primeira.

Após tomar o café e comer o bolo, ele me chamou para jogar caixeta, mas antes queria um dinheiro emprestado para pagar as suas contas. Arrumei o dinheiro que precisava, ou melhor dei. E disse-lhe que noutro dia voltaremo-nos a jogar caixeta, pois tinha que passar em outra cidade.


(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)

Guapó, Goiás, 02-02-24