O Universo funciona como um relógio analógico em que todas
as peças são fundamentais. Todas as peças ou corpos celestes são atraídos pela
força da gravidade que gera a energia cinética e movimentos de rotação e
translação. O Universo é também um gerador de energia atômica, magnética,
eletromagnética, mecânica, elétrica e plasmática. Há outras fontes de energias
mais sutis (não materiais) como a energia quântica, a energia do Espírito de
Deus e a energia contida em nossas almas, que pouco conhecemos.
O primeiro átomo, o hidrogênio, não surgiu de uma grande explosão
ou Big Bang, porque nos primórdios do Universo não havia gravidade nem algo
inflamável. Com a exuberância dos átomos de hidrogênio num mesmo centro veio a
força da gravidade que fundiu os átomos de hidrogênio e gerou outros átomos como
hélio e lítio. Da força da gravidade veio a energia plasmática, atômica e
explosões. Das explosões de supernovas se originaram átomos mais pesados como
ferro e ouro, que causaram a multiplicação da matéria e expansão do Universo,
com distanciamento entre os corpos celestes, porque cada corpo celeste requer
um espaço. A teoria do Big Rip surgida em 2003 com base na Lei de Hubble e
energia escura, que diz que cada astro do Universo como estrelas e galáxias está
se expandindo até se desintegrar e se perder no frio e na escuridão do espaço
infinito, não tem nenhum fundamento por contradizer a força da gravidade. É
mais uma teoria baseada no achismo ou ateísmo.
A força da gravidade gera uma pressão (energia magnética)
que gera uma energia mecânica e movimento de rotação e outras fontes de
energias como eletromagnética e elétrica. A energia mecânica que gera a rotação
e translação é a mais comum no Universo. A geração de energia eletromagnética que
gera fótons ou luz dependerá de uma pressão maior da matéria sobre um núcleo
interno, e quanto maior a massa concentrada maior a pressão e rotação. Por isso
alguns astros giram mais rápidos e geram mais luzes.
E enquanto haver matéria concentrada haverá calor e rotação,
o que ocorrem com pequenos corpos celestes como asteroides. Se o magma, o
núcleo externo e interno de uma estrela se solidificarem haverá o esfriamento e
não mais haverá um campo magnético e eletromagnético suficiente para irradiar
luz, radiação cósmica e rajadas de vento. (Com a solidificação e esfriamento do
interior da Terra, a pressão será diminuída, e toda água da superfície se
infiltrará para o interior do planeta ou se evaporará. E clima será seco e
frio, insuportável pela raça humana).
Ainda conforme a teoria do Big Bang, o Universo estaria se
expandindo devido a energia escura que compõe 68,3%. O restante seria
constituído de matéria escura, 26,8% e matéria bariônica, 4,9%. No meu entender
tal teoria não condiz com a verdade, porque todo movimento do Universo está
ligado a força gravitacional que gera a energia magnética ou mecânica (atração
e repulsão), ou seja, não existe um movimento autônomo como um foguete de
propulsão. Para vencer a gravidade de um astro é preciso uma velocidade de
escape, e quanto maior o astro maior a velocidade de escape. Toda matéria para
se expandir ou se separar de outra matéria precisa de uma velocidade de escape.
Por isso, nenhuma matéria atingirá a velocidade da luz, que é uma radiação da
matéria. Sendo assim, como o Universo tem um diâmetro de 92 bilhões de anos-luz
se surgiu há 13,8 bilhões de anos conforme a teoria do Big Bang?
Vale ressaltar, que quanto maior uma estrela ou planeta
maior a necessidade de energia para impulsioná-lo contra a gravidade de outro
astro do mesmo tamanho ou maior, e a tendência é ambos girarem entre si.
Imaginem quanta energia seria necessária para impulsionar uma galáxia a se
separar de outra galáxia até se perder no espaço infinito. Sem falar que todos
os astros como planetas e estrelas estão atraídos pela gravidade a um sistema
estelar, aglomerados de estrelas ou galáxias. Se o Universo está em expansão existe no seu centro um
imenso vazio que tende a aumentar, o que não é verdade. Em outras palavras, a expansão do Universo não existe devido à gravidade.
A matéria escura é o oposto da energia escura e não interage
com a matéria comum, e sua presença é contida por meio de efeitos
gravitacionais sobre a matéria visível, como estrelas, galáxias e aglomerado de
galáxias. Astrônomos afirmam que a matéria escura não está contida nas pequenas
galáxias, e sim em aglomerados de galáxias. Mas, há um estudo recente que a
matéria escura não existe. Na verdade, todas as teorias sobre o Universo
precisam evoluir cientificamente. No meu entender, as teorias do Big e Bang e
Rip não condizem com a existência do Universo por serem contra a força da
gravidade e pregarem a expansão e desintegração.
Goiânia, 16-01-2021
Alonso Rodrigues escritor