Rio Verde, 02 de abril de 1997 – Quarta-feira
Quase 07:00 quando desarrumei minha cama. 08:00 passei as chaves das celas para o policial Carioca. De Chevette branco que tenho há mais de 03 anos passei na panificadora, onde pedi um copo de chocolate e 50g de pãezinhos de queijo, paguei 0,60 cêntimos de real. Costumo revezar o meu lanche nas panificadoras para não ficar monótono. Quanto ao meu carro é o 3º que possuo. Não foi um bom negócio comprar esse carro; comprei de um rapaz aqui em Rio Verde, com placa de Brasília. O rapaz que me vendeu carro era filho de um policial federal, pois fora assassinado. Fui em Brasília passar o carro para o meu nome e havia uma ocorrência de furto em Brasília, mas que fora cancelada pelo ex-dono. Deixei o recibo com meu primo que mora em Brasília de nome Alan para ele tirar outro recibo e ele sumiu o mesmo e não fez nada, e agora está preso na Papuda em Brasília. Tenho que voltar à Brasília para resolver o problema e reencontrar o dono para assinar o recibo e fazer a transferência. Tenho muitos parentes que moram em Brasília. Mas é complicado minha ida lá neste carro que não está em boas condições. Faltou-me experiência na hora de comprar, mesmo sendo policial. Fiquei fascinado pelo preço. Preciso comprar um carro novo para mim, para poder viajar mais tranquilo.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
Nenhum comentário:
Postar um comentário