domingo, 6 de abril de 2025

A guerra Santa - crônica

     Há milhares de anos a Arábia Saudita é habitada por tribos nômades semitas. Atualmente existem três tipos de árabes: os beduínos que vagueiam pelo deserto; os que possuem alguma terra, na qual plantam e colhem; e os que vivem nas cidades, dos negócios. 

     A religião predominante é o Islamismo ou muçulmana, fundada por Maomé (531-632 d.C.), que era um comerciante, religioso, que conhecia o Cristianismo e que aos 46 anos de idade teve uma visão do anjo Gabriel, que lhe ditou o livro do Alcorão composto de máximas. E a partir de então começou a pregar, profetizar e fazer a seguidores; e foram expulsos de Meca, e foram para Medina onde fundou a Nova Religião cognominada de Islamismo, também chamada de muçulmana. A essa fuga deu-se o nome de Hégira, que quer dizer ponto de partida para a sua missão.

     De volta à Meca, Maomé e seus seguidores capturaram a cidade e destruíram os seus ídolos. E teve início a Guerra Santa contra os pagãos e cristãos. Foi quando milhares de árabes fugiram para outros países. Maomé conseguiu com que os árabes se voltassem para Meca e Medina, fazendo as cidades santas ao invés de Jerusalém. E a religião tornou-se grande, com mais de 500 milhões de muçulmanos em todo o mundo. 

     A Guerra Santa continua até os dias de hoje entre árabes e judeus, pela posse de territórios e seguidores. Tanto que em 1948, a ONU interferiu na luta e criou o Estado de Israel e anexou à Palestina Árabe à Jordânia. Os palestinos ficaram sem pátria, divididos entre Israel e Jordânia, com um problema por se resolver. Os países árabes têm muito em comum, como a religião Islâmica, costumes e tradições.


Rio Verde, década de 90


(Do meu livro 31 Nova Oportunidade, artigos, crônicas e homenagens, editora Contato Comunicação e UBE - edições consorciadas, Goiânia, 2024)

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