domingo, 5 de janeiro de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 17 de janeiro de 1997 – Sexta-feira 


     Mais ou menos 07:00 desarrumei a minha cama que estava no piso da sala de plantão. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Tomei chá de capim cidreira e comi um pãozinho francês e meio com margarina. Passei as chaves para o policial Carioca. No meu serviço tenho que saber me relacionar com diferentes tipos de pessoas, como presos, advogados, religiosos, policiais e parentes de presos. A minha formação em Direito e dedicação às letras e literatura facilita a minha comunicação para uma relação harmoniosa e salutar. Sem falar na minha antiguidade como policial e experiência de vida e religiosidade. Peguei carona com 02 policiais militares num Monza hatch. Na república tomei um banho. 10:30 desci para o ponto de ônibus com destino a oficina mecânica. Peguei o meu carro e acertei a conta. O seu Sebastião me alertou que um cilindro do motor está com defeito, mas ainda dá para rodar por algum tempo. Passei no BEG e descontei um cheque de 100 reais. O pagamento da Polícia Civil não saiu conforme um guarda do banco. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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