sábado, 25 de janeiro de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 03 de fevereiro de 1997 – Segunda-feira 


     Pelas 08:00 me afastei da cama. Meu pai já estava arrumando o café para ir trabalhar no meu barracão no setor Tancredo Neves em Goiânia. O serviço está um pouco adiantado. Acho que é um bom investimento, por receber um aluguel a mais. A casa defronte que eu vendi por 240 mil cruzeiros e juntei mais 120 mil cruzeiros para comprar um apartamento numa região valorizada na divisa com Goiânia também seria um bom investimento se a empresa não tivesse falido. Mas são coisas da vida, que não podemos reclamar. Passei duas folhas de cheques para o meu pai, sendo uma para ele comprar materiais de construção e outra para ele fazer compras em casa. Passei ainda 25 reais em dinheiro para ele comprar alguns metros de terra para aterrar o barracão. Minha mãe foi lavar umas roupas na casa da minha irmã Deusa. Minha mãe sempre foi trabalhadeira assim como o meu pai. Eu também sou trabalhador desde pequeno. 10:15 despedi-me da minha irmã Deuzeli. Na rodoviária de Goiânia tomei um lanche e comprei passagem para às 11:15 para o ônibus de Brasília a Cuiabá, que só parou em Indiara para os passageiros almoçarem. Eu preferi fazer um lanche.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias)

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