Rio Verde, 22 de janeiro de 1997 – Quarta-feira
Cerca das 07:00 eu me levantei da cama. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Tomei café puro. Tem um preso abastardo que tem uma assinatura do jornal O Popular, que sempre me empresta para eu dar uma lida. O último texto que enviei não foi publicado até hoje. Não sei se foi publicado dias anteriores, por não ler o jornal. Sei que um texto para ser publicado precisa ser objetivo e ter uma opinião imparcial, sem acusações e críticas como deve ser o jornalismo. Um texto mal escrito e incoerente também não é publicado. Publicar um texto na seção Cartas do leitor no jornal O Popular não é fácil devido à concorrência. Quanto a ter uma assinatura do jornal não é barato, não fica por menos de 30 reais, sendo que o salário mínimo é 112 reais, e o real vale 1 Dólar. Além do jornal O Popular já colaborei com outros jornais aqui na região. No momento quero priorizar em revisar as minhas poesias e datilografá-las. Daqui a pouco pretendo voltar a escrever para jornais, por me sentir bem, por ter uma veia de jornalismo no meu coração.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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