Rio Verde, 15 de janeiro de 1997 – Quarta-feira
Mais ou menos 07:00 eu desfiz a minha cama que estava arrumada no chão numa sala de recepção. A minha coluna anda um pouco dolorida apesar da minha fé em Deus em curá-la. Com fé tudo é possível. A fé também está relacionada a nossa força de vontade, que faz a gente viver com fulgor. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Tomei café e comi dois pãezinhos franceses. Os pães foi o agente policial Carioca que comprou. Passei as chaves para o Carioca. Passei na oficina do seu Sebastião e onde trabalha um ex-preso. O seu Sebastião não estava. O outro mecânico estava ocupado consertando o câmbio de uma camionete F-1000. No meu carro tem um vazamento no retentor do volante e na junta do diferencial. Quero arrumar também a marcha lenta. Comprei 02 borrachas para os vidros de trás para evitar que a água entre. Ficou de eu voltar no dia seguinte. Na república tomei um banho quente. Datilografei algumas poesias. Terminei a revisão de um livro de 50 sonetilhos.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, em revisão)
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