Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 13 de janeiro de 1997 – Segunda-feira
Deixei a cama eram quase 09:00. O meu pai fora trabalhar na construção do meu barracão no Jardim Tancredo Neves, em Goiânia. Deixei com ele duas folhas de cheque em branco, uma emprestada para ele fazer compras em casa e outra para ele comprar tijolos comum. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Tomei café com leite e comi dois pãezinhos franceses com margarina. Há muito tempo que minha mãe quer que eu volte a trabalhar em Goiânia, onde tenho minhas coisas para cuidar como a minha casa no Jardim Tancredo Neves. Disse a ela que tem uma moça que sou interessado em Rio Verde e um lote em Santa Helena que está invadido e preciso resolver. 10:25 despedi-me da minha mãe, para voltar para Rio Verde. Peguei o coletivo. Me embarquei no ônibus para Rio Verde às 12:30. Em Indiara tomei um refrigerante e comi uma pizza. 16:00 cheguei na rodoviária de Rio Verde e peguei um coletivo. Tomei um banho e desci para a delegacia, de ônibus urbano. 18:00 assumi o plantão. A notícia era que fugira um preso durante o banho de sol.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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