terça-feira, 3 de dezembro de 2024

O meu diário 96, 97 e 98

 

Rio Verde, 20 de dezembro de 1996 – Sexta-feira - publicado

 

     06:00 eu acordei; porém deixei a cama às 06:40, pois ligara a televisão para assistir alguns telecursos. Fui no banheiro como sempre, escovei os dentes e lavei rosto. Tomei café e comi 02 pãezinhos franceses com margarina. Passei as chaves para o policial civil Sebastião Carioca com o serviço sem alteração. A pé subi para o ponto de ônibus na avenida Presidente Vargas onde peguei o coletivo da empresa Paraúna. Aqui em Rio Verde têm duas empresas de ônibus coletivo, ou seja, a Paraúna e a Prodoeste. Em Goiânia também tem uma empresa de nome Paraúna, talvez seja do mesmo dono. Da república fui a pé para a oficina que fica distante uns 400m. O lanterneiro disse-me para eu buscar o carro às 05:30. Mais tarde o Marquinho passou em casa e me levou até a sua casa para me mostrar o seu revólver calibre 38 que queria me vender, e deu dois tiros para confirmar o funcionamento. Não comprei por discordar do preço. Passei na agência do IBGE, peguei um contracheque de 30 reais e o outro contracheque ficou para pôr a taxa 03 e aumentar o valor. Havia um mutirão de funcionários, e ajudei eles a preencher as elipses, do censo da cidade de Santa Helena de Goiás.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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