Rio Verde, 20 de dezembro
de 1996 – Sexta-feira - publicado
06:00 eu acordei; porém deixei a cama às
06:40, pois ligara a televisão para assistir alguns telecursos. Fui no banheiro
como sempre, escovei os dentes e lavei rosto. Tomei café e comi 02 pãezinhos
franceses com margarina. Passei as chaves para o policial civil Sebastião
Carioca com o serviço sem alteração. A pé subi para o ponto de ônibus na
avenida Presidente Vargas onde peguei o coletivo da empresa Paraúna. Aqui em
Rio Verde têm duas empresas de ônibus coletivo, ou seja, a Paraúna e a Prodoeste.
Em Goiânia também tem uma empresa de nome Paraúna, talvez seja do mesmo dono.
Da república fui a pé para a oficina que fica distante uns 400m. O lanterneiro
disse-me para eu buscar o carro às 05:30. Mais tarde o Marquinho passou em casa
e me levou até a sua casa para me mostrar o seu revólver calibre 38 que queria me vender,
e deu dois tiros para confirmar o funcionamento. Não comprei por discordar do
preço. Passei na agência do IBGE, peguei um contracheque de 30 reais e o outro
contracheque ficou para pôr a taxa 03 e aumentar o valor. Havia um mutirão de
funcionários, e ajudei eles a preencher as elipses, do censo da cidade de Santa
Helena de Goiás.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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