segunda-feira, 20 de outubro de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 13 de maio de 1997 – Terça-feira


     Quase 07:00 quando eu desfiz a minha cama. Na noite eu dormi pouco, cerca de 03 horas, por ter que acompanhar uma equipe de policiais civis que estava na rua fazendo uma blitz. Depois das 02:00 não fui mais incomodado. Fui no tanque no térreo escovar os dentes e lavar o rosto. O preso cela livre fez café, que tomei somente. Às 08:00 deixei a delegacia. Passei numa panificadora no centro, perto do Fórum, onde tomei um copo de chocolate e comi um pão de queijo, e paguei 55 centavos de real. Passei na banca de revista ao lado da Telegoiás onde comprei um exemplar do jornal O Popular. Ao entrar no carro vi uma moça de nome Glenda que frequentou a nossa igreja por um tempo, e várias vezes eu a vejo e ela não me cumprimenta. Na república tomei um banho quente. Passei a manhã assistindo televisão e lendo jornal. A crônica que mandara para o jornal O Popular, seção Cartas do leitor, não fora publicada, e creio que é pelo assunto não ser interessante. Para publicar na seção cartas do leitor, além da concorrência, o assunto precisa estar em pauta. Tenho outras seções no jornal, que eu nunca procurei por falta de interesse. 17:50, de carro, desci para a delegacia para assumir o plantão. Dei um livro meu para uma moça funcionária da prefeitura que presta serviço na delegacia como aprendiz. Eu ainda sei o nome dela embora tenha conversado com ela várias vezes. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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