Não podemos julgar pela aparência, mas com a sabedoria. A aparência é superficial, não tem um fundamento, não vê o lado bom. A aparência agrada o presente e desagrada o futuro que envelhece. A aparência é como uma roupa que precisa ser trocada ou como uma nuvem que passa com o vento. A aparência é como uma ilusão de óptica que nos confunde. As aparências nos enganam porque mudam conforme o tempo e as circunstâncias da vida. A aparência é como uma bela casa construída num lugar alto, porém sem alicerce e pode desabar com a tempestade.
A aparência é materialista, não acredita em Deus e não fala de amor; é sinônimo de ilusão e desilusão. O amor é o antônimo da aparência por ver a beleza da nossa alma e nos conduzir a um futuro de esplendor.
(Do meu 35 livro O despertar do amor e da poesia II, 501-1000/2517, 186p, pequenos contos e crônicas, editora Kelps 2025, Goiânia, Goiás, produção independente 50 exemplares, não à venda)
Nenhum comentário:
Postar um comentário