quarta-feira, 3 de setembro de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 1º de maio de 1997 – Quinta-feira


     Ontem quando assumi o plantão da carceragem fiquei sabendo que o soldado de nome Augusto sacrificara o Cofap com um tiro de revólver calibre 38 na cabeça, que foi por piedade por não vê-lo mais sofrer, latir todo o tempo. Não me importei com a notícia, que para mim foi um alívio, pois já tinha feito de tudo para curá-lo e não tive êxito. Pelas 04:30 fui acordado com um barulho de pessoas na delegacia; era um grupo de policiais civis que se reunia para uma excursão na Lagoa Santa. Mais ou menos 05:30 eles foram embora. Quase 06:30 quando eu desfiz a cama. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Na república tomei um banho quente. Senti a falta do Cofap que me fazia companhia, que esteja num bom lugar. Em tempo, ontem fui na loja dos Classificados do jornal O Popular e deixei duas crônicas para serem encaminhada ao Jornal O Popular, seção Cartas dos leitores.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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