Rio Verde, 06 de maio de 1997 – Terça-feira
Antes das 07:00 eu me levantei e desfiz a cama, isto é, enrolei o lençol, os cobertores e o colchão, e os coloquei no porta-malas do meu Chevette branco. Fui no tanque no térreo ao lado da cozinha escovei os dentes e lavei o rosto. Fui numa panificadora distante uns 40m onde tomei um café e comi um pãozinho francês com margarina. O Delegado Regional de Polícia Civil Dr. Pio comunicou-me de uma mudança no meu serviço, em que as chaves da carceragem vão ficar com o cabo PM comandante da Guarda durante o dia e à noite; e o meu plantão agora é somente na delegacia, para atender telefonemas, ocorrências militares e fornecer requisições de exames assinadas pelo delegado. Desta maneira, terei menos responsabilidade. Às 08:00, de carro, subi para a república; passei na panificadora defronte o BEG na avenida Presidente Vargas onde comprei um exemplar do jornal O Popular e vi o irmão Ditmar da igreja Batista, e cumprimentei-o. Um pequeno artigo que mandara para o jornal O Popular fora publicado com o título Desmilitarizar a Polícia. Passei a parte da manhã lendo jornal. Almocei. À tarde tomei um banho quente. Desci para a delegacia para assumir o plantão. Jantei um marmitex. Liguei a televisão preto e branco que trouxera.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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