segunda-feira, 2 de março de 2026

O meu diário 96,97 e 98

 Rio Verde, 04 de junho de 1997 – Quarta-feira


     Chegava 07:00 quando eu decidi sair da cama. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Fui no presídio novo ou ala B e tomei café numa cela com os presos. A escrivã Val irmã do motorista policial Valdeli chegou, e eu disse a ela que iria ligar para o seu tio Eurípedes em Goiânia a respeito da venda do meu lote, e se desse certo dele comprar, na sexta-feira viajaríamos para Goiânia. Na república tomei um banho quente. Almocei um pouco. Liguei a televisão na Rede Bandeirantes. Dei uma dormida e quando me despertei era quase 16:00. Fui no orelhão próximo distante uns 300m e liguei para o seu Eurípedes, que me disse se eu quisesse poderíamos fechar o negócio, que ele pagaria os 2.000 reais pela compra do meu lote. Disse a ele que na sexta-feira estaria em Goiânia para fecharmos o negócio. Com o dinheiro da venda vou colocar minhas contas em dia. Não pretendo construí nesse lote, por isso é melhor eu vender. E já tenho uma casa noutro setor. A minha intenção agora é ter uma casa perto da casa dos meus pais e um carro novo para andar. 


(Do meu livro O meu diário 96,97 e 98, memórias, em revisão)

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