No ano de 1987 morava e trabalhava na cidade de Rio Verde, Goiás, onde fazia a Faculdade de Direito. Não havia computador, nem celular nem se sonhava com a internet.
A máquina de escrever ou de datilografia reinava absoluto. Um amigo meu, ao perceber que eu gostava de escrever poesias num caderno, me ofereceu uma máquina de datilografia, e eu comprei.
A partir dessa compra, aumentou a minha responsabilidade em ser escritor e poeta, e em publicar um livro. E em 1990 comecei a escrever artigos e crônicas para jornais da região e de Goiânia. No ano de 2009, aposentei a minha máquina de escrever, porque a editora exigiu a digitalização dos meus escritos.
Guapó, Goiás, 12-03-2026
(Do meu livro Minhas histórias; nossas histórias, pequenos contos e crônicas em construção)
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