Rio Verde, 02 de junho de 1997 – Segunda-feira
Eu me levantei da cama era mais ou menos 07:00. Amanheci com a garganta dolorida. Fui do banheiro escovei os dentes e tomei um banho quente. Desci para a cozinha e preparei 02 copos de leite quente com gema de ovo, canela e mel, e os tomei. Subi para o quarto, liguei a televisão na Rede Bandeirantes e voltei-me para as minhas poesias, para o fechamento de mais um livro de 100 sonetos, que vai ficar faltando só prefácio. Às vezes eu componho ou datilografo com a televisão ligada ou o rádio ligado. A minha meta é datilografar e organizar em livros todas as minhas poesias, exceto os poemas em prosa feitos em 1978,1979 e 1980, que vou precisar de mais tempo e dedicação, porque são mais de 2000 mil. Devido a muita leitura eu estou melhor na língua portuguesa, ou seja, cometendo menos erros. Mas, em relação a poesia é preciso desenvolver uma linha de raciocínio que só se aprende escrevendo. Ainda é preciso ter um dom. E cada poeta tem uma característica. Porque ninguém é igual a ninguém mesmo sendo da mesma escola.
(Do meu livro O meu diário 1996, 1997 e 1998, memórias, em revisão)
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