Eu e minha mulher somos trilheiros de caminhada há mais de 10 anos. Desta vez resolvemos levar o nosso filho de doze anos.
No caminho conhecemos outros trilheiros, e havia uma russa, bonita, de uns 30 anos, que falava russo comigo, língua que aprendi na infância quando morei em Moscou com minha tia. A minha mulher sempre por perto me indagava sobre o que ela falou.
Após passarmos por uma ribanceira no topo de uma montanha, encontramos uma cachoeira onde nadamos à vontade. O meu filho me disse: A minha mãe está de olho no senhor. Eu lhe respondi: Eu amo a sua mãe.
Goiânia, 07-02-2026
(Do meu livro Minhas histórias; nossas histórias, pequenos contos e pequenas crônicas, em construção)
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