Rio Verde, 29 de abril de 1997 – Terça-feira
Pelas 06:30 me levantei da cama. Fui no térreo, no tanque ao lado da cozinha escovei os dentes e lavei o rosto. O preso cela livre fez o café, que tomei com um pão caseiro. 08:00 passei as chaves da carceragem para o também policial Carioca. Na república tomei um banho quente. Fui na panificadora próxima comprei 01 litro de leite em saquinho e 02 pãezinhos franceses. Dei um comprimido antibiótico humano para o Cofap, que continua inquieto. O Irami disse-me que o Cofap latiu muito à noite. Almocei. Liguei a televisão para assistir os telejornais. Dei mais um comprimido para o Cofap. Tomei mais um banho quente. 17:40, de carro, com o Cofap desci para a delegacia para assumir o plantão às 18:00, e recebi as chaves da carceragem do policial Carioca. Tratei com o preso de nome Márcio que me dera o Cofap em me ajudar a tratar do mesmo, porque na delegacia ele poderia se recuperar melhor. O Cofap latiu muito durante à noite, que o cabo comandante da Guarda veio reclamar comigo. Peguei o Cofap e pus na cozinha e fechei a porta, aí calou um pouco.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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