sábado, 16 de agosto de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 25 de abril de 1997 – Sexta-feira 


     06:00 mais ou menos me levantei da cama. Fui no tanque no térreo ao lado da cozinha escovei os dentes e lavei o rosto. Às 08:00 passei as chaves da carceragem para o policial Carioca. De carro passei na banca de revista Tio Patinhas onde comprei um exemplar do jornal O Popular. Na república tomei um banho quente. A doença do Cofap parece que se agravou, ele está muito inquieto e choramingando. Foi no Corpo de Bombeiros que fica à direita a uns 100m e pedi para alguém olhar o meu cachorro para ver se estava com raiva. Passado um pouco de tempo vieram numa viatura caminhão, o cabo Monteiro, meu amigo, e um soldado. O cabo Monteiro após examinar o Cofap, disse-me que não era raiva e que poderia ser intoxicação alimentar. Após o almoço levei o Cofap no veterinário, que fez alguns exames e aplicou injeções e passou uma receita, e disse-me que o cão estava com uma glândula no queixo inflamada e sarna. Paguei 27 reais pela consulta. Fui numa loja de cachorros e comprei os remédios. Sozinho apliquei a injeção no Cofap; nunca tinha aplicado injeção antes. 17:00 começou uma reunião de policiais na república. Após, houve uma confraternização com churrascos, cervejas e refrigerantes. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)


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