sexta-feira, 29 de agosto de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 28 de abril de 1997 – Segunda-feira


     Deixei a cama quase 08:00. Fui no banheiro escovei os dentes e tomei um banho quente. A expressão “banho quente” eu a criei numa crônica e foi publicada no jornal O Popular. Fui numa panificadora distante uns 100m onde comprei um saquinho de leite e 02 pãezinhos franceses. Comi um pãozinho com leite e chá mate. Dei pão com leite para o Cofap, que parece que deu uma melhorada. Nesta noite latiu pouco. Passado um pouco dei um antibiótico humano para ele misturado no leite, pois o antibiótico dele acabou. Almocei arroz, feijão, carne moída e quiabo. Assisti os telejornais da TV Anhanguera. Liguei o rádio na rádio Jovem Pan, emissora nacional, que passa mais músicas internacionais. Datilografei um pequeno artigo sobre a violência policial. Dei mais um comprido no leite para o Cofap. Tomei mais um banho e desci para a delegacia, para assumir o plantão às 18:00. Pelas 21:00, no orelhão, liguei para Goiânia e falei com minha mãe, que me disse que o meu Afonso foi internado de novo, problema psiquiátrico. Disse-me ainda que chegou um carnê da revista Superinteressante, e disse a ela falar com minha irmã Deusa pagar para mim, que depois eu daria o dinheiro para ela. Instalei a minha televisão preto e branco na sala do plantão. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

Nenhum comentário:

Postar um comentário