Rio Verde, 16 de abril de 1997 – Quarta-feira
Mais ou menos 06:30 eu me despertei. Dormi sem ser incomodado por não receber nenhum detento. Costumo deitar depois da meia noite, e até esse horário quando não estou assistindo televisão, estou lendo. Na televisão só me interesso por noticiários, documentários, filmes e esportes. 08:00 passei as chaves para o policial civil Carioca. De carro desloquei-me até a panificadora Imperial onde pedi 01 copo de 200ml de chocolate e 100g de pãezinhos de queijo e paguei 0,80 centavos de real. Os pãezinhos de queijo que sobraram, eu os levei para comer depois. Passei na borracharia e peguei o pneu que deixara para ser remendado e paguei 02,00 reais. Na república tomei um banho quente. Datilografei uma pequena crônica sobre o sarau artístico que realizamos na Fundação de Cultura no Palácio da Intendência. Mais ou menos 10:30, de carro, fui na sede da TV Riviera deixar a crônica que escrevi para ser enviada para o jornal O Popular em Goiânia, seção carta dos leitores.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, 03 volumes, memórias, em revisão)
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