Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 21 de abril de 1997 – Segunda-feira
Quase 08:00 quando abandonei a cama. Fui na farmácia e comprei u exemplar do jornal O Popular, e vi que minha crônica não fora publicada. Tomei café e comi dois pãezinhos franceses com margarina. Meu pai fora trabalhar no meu barracão que já está quase pronto. Mas ainda vou ter que gastar uns 80,00 reais. Deixei com meu pai duas folhas de cheque em branco, sendo uma para comprar o restante dos materiais, como cimento e fios para a rede elétrica, e a outra para ele. A minha mãe me disse que a moça que queria alugar o barracão onde moro por 90,00 reais veio e dispensou por achar outro mais barato. A Edna mulher do meu irmão Vilmar veio, e disse que o Vilmar passou na oficina de moto, e logo virá. O meu irmão Edmar veio e me passou 05,00 reais para inteirar a prestação da nossa mãe pela compra do fogão. O Vilmar dissera que vai dar 10,00 reais. O Afonso não pode dar por estar com problemas de saúde. 13:00 me despedi da família. Quase 19:00 cheguei em Rio Verde, e desci na rodoviária. Por ser feriado havia uma equipe de plantão, e não foi preciso eu dormir na delegacia. Peguei o meu carro e fui para república.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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