quinta-feira, 10 de julho de 2025

O meu diário 96, 97 98

 Rio Verde, 17 de abril de 1997 – Quinta-feira


     Passava das 06:00 quando eu desfiz a minha cama. Fui no tanque no térreo e escovei os dentes e lavei o rosto. Às 08:00 passei as chaves para o amigo policial Carioca. De carro subi para a república, e no caminho passei na panificadora onde uma moça que já me conhece e sabe o que vou pedir, serviu-me um copo de chocolate e 50g de pãezinhos de queijo, e paguei 0,50 centavos de real. Ultimamente só estou lanchando nesta panificadora. Eu conheço o dono de vista, que é descendente de turco, e certa vez eu o procurei para comprar um livrinho meu de poesias, e ele não quis comprar por apenas 05,00 reais como incentivo. O mesmo aconteceu com o dono da panificadora Flor do trigo de nome Luís que o conheço há anos, que também não quis comprar um livrinho meu. Mesmo assim eu nunca deixei de frequentar os seus estabelecimentos. O primeiro e único livro que publiquei foi em 1995, com uma quantidade de 1000 exemplares. Deixei alguns livros em livrarias de Goiânia e Rio Verde para vendas, mas não foram vendidos. A solução que encontrei para vendê-lo foi oferecer para amigos e conhecidos. Alguns me compraram mais de um exemplar, enquanto que outros não compraram mesmo tendo melhores condições. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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