Rio Verde, 14 de abril de 1997 – Segunda-feira
Levantei-me pelas 07:00. Fui no banheiro escovei os dentes e tomei um banho quente. Desci para a cozinha e preparei um chocolate, que tomei com algumas bolachas de coco. Dei umas bolachas para o Cofap, que adora. Datilografei um soneto totalizando 50 de um livro de 100 que pretendo publicar. Fui no lote baldio ao lado e queimei alguns papeis como cópias dos meus escritos. Quem escreve junta muitos rascunhos que precisam ser descartados. 11:40 o Humberto trouxe o almoço e me disse que o Irami fora para Goiânia para o velório do nosso colega policial e também de república, Kerley, filho do também policial Sebastião Romeiro. Fiquei surpreso com a notícia, pois o Kerley era mais que um colega, era meu amigo. O Humberto ainda me disse que o Kerley levou um tiro na cabeça. Mais ou menos 12:00 passou na república o escrivão Romeu em seu carro com 04 mulheres, sendo 02 policiais civis, estavam indo para Goiânia, para o velório. Há mais de ano que o Romeu não conversa comigo por causa de dois cachorros que ele tinha, pois fui reclamar para ele limpar as fezes dos mesmos e ele não gostou.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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