Rio Verde, 10 de abril de 1997 – Quinta-feira
06:00 e poucos minutos eu desfiz a minha cama. Fui no tanque no térreo ao lado da cozinha escovei os dentes e lavei o rosto. 08:00 passei as chaves do presídio que tem dois pavilhões A e B e cerca de 100 presos para o policial civil Carioca. De carro passei na panificadora defronte o BEG (Banco do Estado de Goiás), na avenida Presidente Vargas, onde encontrei o jornalista José Lacerda e uma fotógrafa lanchando. O Lacerda eu o conheço há alguns anos por trabalhar no jornal Folha do Sudoeste, e por receber os meus escritos e enviar para a matriz em Jataí. Sempre quando nos encontramos conversamos um pouco sobre política e notícias. Pedi um copo de chocolate de 200ml e 50g de pãezinhos de queijo. O Lacerda fez questão de pagar a minha conta. Esta panificadora gosto de frequentar por ser mais barata e acolhedora, e onde tem uma moça bonita atendente de uns 18 anos que já me conhece e sabe o que gosto de comer.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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