O estádio estava lotado, com torcedores fanáticos de ambos os times. O nosso time só precisava de uma simples vitória para ser o campeão do campeonato.
Como atacante, recebi a bola e toquei para o lado e corri para trás, e fui vaiado, e me chamaram de mercenário. Fiquei furioso.
No finalzinho do tempo regulamentar já indo para as penalidades, recebi a bola no meio do campo, percebi que o goleiro estava adiantado e chutei em direção ao gol. A bola fez uma curva antológica e caiu de mansinho no fundo das redes. Fui aclamado como herói, o melhor jogador do torneio, e dei muitas entrevistas. Fiquei feliz pela façanha.
Goiânia, 24-05-2025
(Do meu livro Minhas histórias; nossas histórias, pequenos contos, em construção)
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