domingo, 23 de março de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Rio Verde, 11 de março de 1997 – Terça-feira 


     Quase 07:00 quando eu abandonei a cama. Fui no banheiro lavei o rosto e escovei os dentes. Fui na panificadora próxima da delegacia, pedi um copo de achocolatado e comi 02 pãezinhos de queijo, paguei 0,85 centavos de real. Voltei para a delegacia e esperei até 08:00. Passei as chaves para o policial civil Carioca. De carro passei na biblioteca Municipal e deixei o livro de correspondência oficial. Tirei uma xerox da página da Ata. Por ser nomeado secretário do Conselho Municipal da Cultura, vou precisar. Passei na banca de revista e comprei um exemplar do jornal O Popular. Minha carta fora publicada com o título “Um ano sem Mamonas”. Já fazia uns meses que não escrevia para jornais.  Hoje em dia o jornal é o meio mais fácil para um escritor ou poeta ficar conhecido através de suas publicações. Muitos escritores e poetas têm se tornado jornalistas para se promoverem. A televisão é só imagem e não há espaço para publicação de literatura. E no rádio a música é a atração principal e não há espaço para literatura. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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