Rio Verde, 04 de março de 1997 – Terça-feira
Desfiz a minha cama mais ou menos 06:00; não dormi nenhum pouco. Acho que perdi o sonho por ter tomado café à noite. Tenho que parar de tomar café, porque me causa insônia, me deixa irritado e até me causa desarranjo intestinal. Tenho que tomar chá desde que não seja mate, por conter também cafeína. Como se diz há chás para todos os males. Fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Passeia as chaves para o policial civil Carioca, que veio mais cedo para levar 03 detentos cela-livre no hospital para fazer exames de AIDS. De carro passei na panificadora e pedi um chocolate pequeno e comi um pãozinho de queijo. Na república tomei um banho quente. O escritor Filadelfo Borges me encontrara no dia anterior e me dissera que no dia da posse vai haver uma exposição de trabalhos de cada conselheiro relacionados à cultura. Disse-me ainda para tirar uma foto para colocar no mural e se eu tiver um terno seria bom, mais apresentável. Pelas 14:00 passei no palácio da Intendência e conversei com o secretário sobre a posse. Passei no Fujioka e tirei uma foto para colocar no mural, paguei 12 reais pela foto. 17:50, de carro, desci para a delegacia, para assumir as chaves da carceragem do presídio, e alguém me passou o livro de Ata que o escritor Filadelfo Borges deixou para mim.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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