Rio Verde, 28 de fevereiro de 1997 – Sexta-feira
06:00 e poucos minutos eu deixei a cama; fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Tomei café puro. Peguei a minha televisão preto e branco e outros pertences e os coloquei no porta-malas do carro. Passei as chaves para o cabo PM Erculano, de cor preta. Passei na panificadora e pedi um copo de chocolate e 50g de pãezinhos de queijo, paguei 0,60 centavos de real. Passei na banca de revistas e comprei um livrinho de plantas e dietas; comprei também 02 livros da coleção Machado de Assis, que estou pensando em colecionar. Passei no posto telefônico e comprei um cartão de 50 unidades. Liguei para a revista Superinteressante em Brasília, e a moça atendente disse-me que vão mandar outro carnê. Na república tomei um banho quente. Pelas 14:00 o policial Luís veio ao meu encontro e disse que o Dr. Pio delegado regional queria falar comigo. Desci de carro para a delegacia, e o assunto era sobre uma requisição rasurada. Disse-lhe que não tinha nada a ver comigo, que não fui eu que rasurei. O agente da funerária que estava presente confirmou ter rasurado por engano. E fui dispensado.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98 memórias, em revisão)
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