Rio Verde, 13 de fevereiro de 1997 – Quinta-feira
Passava das 07:00 quando eu deixei a cama. Fui no banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto. Tomei café na delegacia, que foi feito por um preso cela-livre de nome Klênio. Passei as chaves para o policial civil Carioca. Passei na panificadora onde tomei um copo de 200ml de chocolate e comi um pãozinho com margarina, e paguei 0,60 centavos de real. Revisei e datilografei 03 sonetos. Tenho que passar todas as minhas poesias a limpo e datilografá-las, para só depois começar a escrever outras. Preciso publicar um livro, mas não é hora, não tenho dinheiro disponível. Tenho que controlar o meu caixa e os meus gastos. Mais ou menos 13:00, de carro, passei no banco do Brasil; o pagamento do IBGE não saiu. Passei no BEG, tirei um extrato e parece que o meu pai fez um depósito de 80 reais na minha conta corrente concernente a aluguéis. O meu saldo na conta é de 200 reais.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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