Rio Verde/Aparecida de Goiânia, 21 de fevereiro de 1997 – Sexta-feira
Mais ou menos 05:00 eu me despertei; fui no banheiro escovei os dentes e lavei o rosto. Deixei o meu carro no fundo da garagem da delegacia na medida que não atrapalha colocar outro carro. Ela cabe dois carros. Na república não há lugar para eu colocar o meu carro, a não ser na calçada ou na rua. Eu desisti de ficar brigando pela garagem, até porque o meu carro é meio velho. Deixei as chaves da carceragem com o cabo PM comandante da Guarda para passar para o Carioca assim que ele chegar. Fui a pé para a rodoviária distante 1 km onde peguei o ônibus 06:00. 09:30 o ônibus chegou em Goiânia. Passei na UGOPOCI para ver com o advogado Moura a habilitação do meu apartamento no Processo de Falência da 3K Construtora, mas ele não estava. Passei na Secretaria de Segurança Pública e peguei os contracheques. 11:30 cheguei em casa e encontrei a minha mãe e minhas irmãs bem. Almocei. Fui no meu barracão no Jardim Tancredo Neves. O meu pai está terminando de levantar as paredes. Em casa, à tardinha, a imã Deusa e seu marido Donizete chegaram. Eles quiseram desfazer a troca da moto pelo teclado. Vão ficar com o teclado por 200 reais e me pagar na terça-feira.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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