Rio Verde, 12 de fevereiro de 1997 – Quarta-feira
07:00 e poucos minutos eu me despertei. Dormira no carro, porque na sala do plantão dormiu o policial de nome Valdeli, que também é irmão em Cristo Jesus. Tomei café puro na pequena cozinha da delegacia. Num bar em frente onde sempre lancho, comi um enroladinho de queijo e um refrigerante Coca-Cola, paguei 0,50 centavos de real. Fiquei na delegacia até 12:00 quando terminou o plantão do feriado, e começou o expediente. Almocei na delegacia, e no marmitex não havia carne, mas ovo com farinha. Na república, no meu quarto, fiquei a repousar. Liguei a televisão na Rede Bandeirantes para assistir o jornal Acontece e outros programas até a hora de eu tomar um banho e me deslocar para a delegacia para assumir o plantão da noite. Jantei na delegacia, da comida dos presos. Tirei alguns presos para telefonarem num orelhão dentro do pátio do banho de sol. Tenho uma televisão com imagem em preto e branco que sempre trago para o plantão, que é bom para passar o tempo.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)
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