Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 24 de fevereiro de 1997 – Segunda-feira
Quase 07:00 quando me afastei da cama. Dei o dinheiro para o meu pai comprar pão e leite. Minha mãe foi cedo no posto de saúde e marcou uma consulta para tarde. Meu pai foi trabalhar no barracão do Jardim Tancredo Neves. 10:30 me despedi de minha mãe, do meu irmão Afonso, de sua mulher Sônia e de sua cunhada Edna. Peguei o coletivo para a rodoviária de Goiânia. 12:00 peguei o ônibus para Rio Verde. Em Santo Antônio da Barra entrou o colega policial de nome José Candido apelido Pito, que também é o apelido da cidade, e sentou-se do meu lado. Desci no trevo e peguei o coletivo. O portão da república estava trancado e pulei a grade. Tomei um banho quente. Dei 13,00 reais para o motorista policial Irami, a minha parte da energia e água. 17:30 fui de carona com o Irami para a delegacia regional, para assumir o plantão. Deixei com a escrivã Marilda os contracheques de janeiro. O policial civil Kerley, filho do também policial Romeiro, lotado em Luziânia, estava na delegacia, quer voltar para Rio Verde mesmo ganhando 106,00 reais a menos. No entorno de Brasília há um incentivo do Governo de 106,00 reais a mais para os policiais, que também não me interessa. Parece que estou sarando a faringite (tosse), mas ainda tenho que tomar mais remédios.
(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, em revisão)
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