Lá pelas bandas de onde eu nasci, havia uma moça bonita,
meiga, já beirando os trinta anos de idade e candidata a ser titia para
sempre devido a uma certa timidez. Certo dia, apareceu um senhor de quase sessenta anos disposto a
desencalhar a moça e tirar as teias de aranhas; mas a mesma vivia fugindo feito
um animal selvagem. No dia do casório foi aquela luta para levá-la ao altar. Hoje,
ela se orgulha de ter um marido, ser mãe e morar num sítio cheio de fartura.
Goiânia, 07 de março de 2020
Alonso Pimentel
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