Num final de semana do mês passado, sexta, sábado e domingo, fui convidado por um amigo a ir no acampamento de sua igreja, que aconteceu numa chácara, com piscinas, quadras de esportes e um lago para andarmos de canoa. Havia um cardápio variado de comidas e guloseimas. E há noite antes o jantar, houve cultos de louvor e adoração.
Eu tive a oportunidade de conhecer uma mulher negra assim como eu, 30 anos de idade, 10 anos mais nova do que eu, que estava com os seus dois filhos, um menino de 8 anos e uma menina de 6 anos, também convidados por uma irmã da igreja. Ela me disse que era viúva, que o seu marido que era camioneiro e morrera há 2 anos num acidente em que a sua carreta tombou.
Quando fui me despedir dela com um beijo no rosto acabei tocando a sua boca, ela me convidou para ir na sua casa para tomar um jantar e trocarmos o Zap. Estamos namorando firmes. E eu, ela e os seus dois filhos estamos frequentando à igreja do meu amigo.
Goiânia, 11-8-2026
(Do meu livro Minhas histórias; nossas histórias, pequenos contos e crônicas, em revisão)
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