Com a intenção de trocar a minha moto por uma moto mais nova, mais bonita e mais potente, fui num garageiro. Logo no início, ele começou a pôr defeito na minha moto, que ela estava cansada, não servia para viajar, não satisfazia os meus anseios. E me ofereceu uma moto nova, potente e bem vistosa muito cara, que é o preço da minha vaidade e que eu seria bem-visto.
Mas ele não sabe o cuidado que tenho com a minha moto, que minha acompanha há vinte anos, que eu gosto muito dela. Deixei ele falando sozinho e voltei para minha casa com a minha velha moto.
Goiânia, 26-07-2026
(Do meu livro Minhas histórias; nossas histórias, pequenos contos e crônicas, em revisão)
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