Até os 16 anos de idade queria ser jogador de futebol.
Passei por testes no Vila Nova, Anápolis e Brasília, mas me faltou preparo
físico e fui substituído logo no inicio da peneira. Faltou-me também condição
financeira por parte da família para seguir em frente e fiquei pelo caminho,
como muitos. Alias, tinha que trabalhar
para ajudar em casa e me manter. O futebol é uma das minhas paixões!
Ontem
(29-11-2017), em casa, acomodado num sofá, assisti o Grêmio vencer o Lanús, no
estádio Lá Fortaleza, em Lanús, Argentina, no jogo de volta por 2 a 1 (jogo de
ida 1 a 0) e se tornar campeão, ou melhor, tri da Taça Libertadores da América.
Fernandinho e Luan marcaram para o Grêmio e Sand, de pênalti, descontou para o
Lanús, mas não foi o suficiente para o time argentino.
A última
conquista de um time brasileiro da Taça Libertadores foi em 2013 pelo
Corinthians, muito pouco para um futebol penta campeão. O Grêmio com
investimentos inferiores ao Palmeiras, Flamengo, Atlético e Cruzeiro, com
jogadores desvalorizados e com um técnico que havia parado há meses e avesso à
modernidade do futebol, surpreendeu à crítica com um futebol moderno, com muita
posse de bola, muita marcação e contra-ataques rápidos.
Por Alonso Rodrigues Pimentel
Nenhum comentário:
Postar um comentário