Sou torcedor do Vila Nova -GO desde 1972
quando tinha 12 anos de idade. O Vila é uma das grandes forças do futebol
goiano e luta pelo acesso a série A do Brasileirão. Este ano esteve 22 rodadas no G-4, faltou pouco para se classificar. Também sou torcedor do São Paulo desde
1977, quando o mesmo conquistou o seu primeiro título brasileiro contra o
Atlético-MG, num jogo que terminou em 0 a 0 no tempo normal e foi vencido nos
pênaltis por 3 a 2.
Desta vez vou tirar o chapéu para o Corinthians por suas conquistas em
2017, apesar das adversidades. Após a saída do Tite para a seleção brasileira
em junho de 2016, o time não emplacou um novo treinador e oficializou o
interino Fábio Carille que obtinha bons resultados. Começou o Paulistão como a
quarta força, surpreendeu e conquistou o título. No primeiro turno do
Brasileirão surpreendeu às expectativas de forma invicta, com 14 vitórias e 05
empates, com aproveitamento recorde de 82,5%; e no segundo turno caiu bastante
o rendimento, mas recuperou o folego com três vitórias consecutivas.
Na última quarta-feira (15), em Itaquera, o Corinthians entrou em campo
contra o Fluminense pela 35ª rodada com a chance de ser campeão com três
rodadas de antecedência. Começou perdendo mas virou o placar para 3 a 1, com
dois gols do atacante Jô, e chegou a 71 pontos 10 a mais que o Grêmio, segundo
colocado. A façanha do Corinthians só não surpreendeu a sua fanática torcida,
que sempre lota os estádios, a segunda do país, atrás apenas da do Flamengo.
A verdade é que ninguém é campeão por acaso, pois é preciso lutar e
acreditar sempre. O sucesso do Corinthians se deve a uma boa diretoria, que
apostou na competência de um auxiliar técnico, em novos jogadores e até em
jogador desacreditado como no caso do atacante Jô, que se tornou no artilheiro
do campeonato. Enfim, o Corinthians mostrou que para ter um grande time não é
preciso de grandes investimentos em medalhões, mas de seriedade e determinação.
É um exemplo a ser seguido. Está de parabéns!
Por Alonso R Pimentel
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