segunda-feira, 24 de novembro de 2025

O meu diário 96, 97 e 98

 Aparecida de Goiânia/Rio Verde 19 de maio de 1997 – Segunda-feira 


     Mais ou menos 07:00 eu deixei a cama. Fui no banheiro da casa dos meu pais, pois os dois cômodos do meu barracão e o banheiro foram alugados para um casal. Agora fiquei só com um cômodo, que vai me satisfazer no momento por ter pouca coisa e passar mais tempo em Rio Verde. Tomei café e comi um pãozinho francês com margarina. Dei para o meu pai duas folhas de cheque em branco, sendo uma para ele comprar o restante dos materiais para a construção do barracão e outra para comprar alimentos em casa. Minha mãe foi para igreja evangélica orar. Minhas irmãs Deuzeli e Rosiane foram para a escola. O meu pai foi num orelhão ligar para SANEAGO ligar a água no meu barracão, que não será mais da cisterna. Após o almoço disse que ia no centro pagar a prestação do material que eu comprei para a construção do barracão. Quase 10:00 minha mãe chegou. A cachorrinha pequenez da minha mãe que tem o hábito de sair pela manhã amanheceu meio descadeirada e sem poder andar, parece que um carro bateu nela. 10:30 despedi-me da minha mãe e fui para o ponto de ônibus. Comprei passagem para Rio Verde no horário das 12:00. O ônibus parou em Indiara e Acreúna, onde comi uma coxinha. Mais ou menos 16:00 cheguei em Rio Verde e desci no trevo, e fui a pé até a república distante cerca de 1km. Tomei um banho. 17:50, no meu Chevette branco, desci para a delegacia para assumir o plantão.


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)

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