sexta-feira, 29 de novembro de 2024

O meu diário 96, 97 e 98

 Aparecida de Goiânia/Rio Verde, 16 de dezembro de 1996 – Segunda-feira 


     Levantei-me da cama mais ou menos 08:00. Fui no banheiro e fiz minha primeira ablução. Minha mãe fez café, que tomei e comi um pãozinho francês com margarina. Decidi fazer um barracão de 03 cômodos no meu lote no Jardim Tancredo Neves, que vou empreitar a construção para o meu pai. Deixei com meu pai 02 cheques em branco, e o meu revólver como parte do pagamento. A irmã Deusa e a sua família estavam em casa. Me despedi de todo o pessoal familiar. Peguei o coletivo com destino à rodoviária de Goiânia distante uns 12km, e desci dois pontos de ônibus antes. Passei na UGOPOCI (União Goiana dos Policiais Civis), conversei com o Geraldo, vice-presidente e meu amigo da época da Polícia Militar, foi meu colega do curso de Cabo. O Dr. Moura (advogado da UGOPOCI) não estava, mas conversei com ele no telefone celular e ele disse que o problema do apartamento está complicado. Pedi a ele o número do protocolo da minha Habilitação no Processo de Falência para acompanhar o andamento do mesmo. Ficou de eu ligar para ele passar o número. Paguei ao Dr. Moura uma entrada para ele fazer a minha Habilitação. Pelo visto ele está me enrolando porque não tem o número do protocolo. Por estar me sentindo um pouco fraco e indisposto, resolvi almoçar na rodoviária. 12:00 peguei o ônibus para Rio Verde, e antes das 16:00 o ônibus chegou em Rio Verde. Passei na oficina mecânica, o mecânico estava arrumando a lataria. 17:25 saí de casa; peguei o coletivo. 17:50 cheguei na delegacia para assumir o plantão. 


(Do meu livro O meu diário 96, 97 e 98, memórias, em revisão)


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