O reino animal é dividido em macho e fêmea, e é o sexo que une os dois gêneros, masculino e feminino. O sexo é uma fonte de energia e prazer e foi criado por Deus ou pela Natureza com o objetivo de proliferar a vida na face da terra.
As plantas também têm o sexo em suas
flores, mas por não se moverem dependem dos insetos principalmente das abelhas
para a polinização, ou seja, a transferência dos grãos de pólen (gameta
masculino) da parte masculina para a parte feminina. E nas plantas sem flores,
com sementes apenas, o grão de pólen é levado até os óvulos, pela ação do
vento.
Em certas espécies de animas como macacos,
cervos, cobras, cachorros e cavalos acontecem a promiscuidade sexual, em que
indivíduos do mesmo sexo e até parentes em primeiro grau se relacionam sem
nenhum constrangimento religioso ou moral, por seguirem um instinto natural de
sociabilização ou dominação.
Na verdade, os animais agem por um
instinto de prazer ou necessidade e não conhecem o que é certo ou errado, têm
uma inteligência limitada, não têm sabedoria, experiência de vida. Em outras
palavras, nunca foram a uma escola e não têm uma religião.
Conforme a Bíblia Sagrada, nós seres
humanos fomos criados à imagem e semelhança de Deus, e somos conhecedores da
verdade, mas praticamos a promiscuidade sexual por prazer e por termos o livre
arbítrio conforme o nosso entendimento. Ou seja, não somos santos e pecamos
conscientemente.
A verdade é que Deus não obriga ninguém a
seguir a sua lei. A lei dos homens não é a lei de Deus, e cada religião tem o
seu dogma. A lei de muitos países não obriga ninguém a seguir a lei de Deus,
por ser baseada numa cultura em que são preservados o direito de cada indivíduo
desde que não infrinja o direito do próximo nem da comunidade. E por isso que a
união de pessoas do mesmo sexo está cada dia mais permitida com base em
consentimentos e não na proliferação da vida.
Goiânia,
08-01-2024
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