Num fundo da casa onde eu moro há dois barracões que alugo com objetivo de aumentar minha renda familiar, com acesso pela lateral do lote, mas, por descuido dos inquilinos o portão fica sempre aberto.
Dia desses pela manhã vi alguns jovens entrando e saindo com algumas latinhas de cerveja, e perguntei a um dele se era parente ou amigo de algum inquilino, ele me disse que era amigo.
Passado um pouco de tempo fui lá no fundo conferir e os inquilinos estavam ausentes, e havia alguns jovens sentados e outros tomando banho num chuveiro que colocara do lado de fora. Então eu disse a eles: São 09:10, daqui 10 minutos não quero ver ninguém aqui porque “o pau vai comer. ” Quando eu voltei não havia ninguém.
Goiânia, 02-10-2023
(Do meu livro Minhas histórias, pequenos contos, em construção)
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