A igreja Batista que frequento é dividida em vários grupos conforme a idade e o sexo. Eu pertenço ao grupo Sociedade dos homens. Uma vez no mês nos reunimos em círculo com a presença de um pregador e moderador para a discussão de um tema relacionado a nossa doutrina, em que podemos expressar a nossa opinião e experiência de vida.
A última
reunião foi no dia 24-01, e o tema foi a Espiritualidade masculina, em que
homem deve manter-se como a cabeça no lar, mas, exemplo de fé e humildade para
com a esposa e os filhos. Na minha vez de expor uma opinião eu disse que o
homem e a mulher devem-se respeitar um ao outro e crescerem juntos em todos os
sentidos, e que nenhum dos cônjuges é superior, pois o amor tudo iguala.
O irmão pregador
e moderador contou uma experiência que marcou a sua vida. Diz ele que há 30
anos numa época de Páscoa quando os seus filhos eram pequenos, foi numa
panificadora comprar pães e leite e que na entrada foi abordado por um menor de
rua: - Tio, paga para mim um ovo de páscoa. - O tio não tem dinheiro não. - Tio,
então paga somente um bombom. - Já lhe disse que não tenho dinheiro. E pegou a
sua compra e foi embora.
Que quando
chegou em casa contou o ocorrido para a sua esposa que lhe disse ter agido mal,
que um bombom não iria lhe fazer falta e que Deus não agrada do egoísmo. Que
rapidamente voltou na panificadora e perguntou ao gerente por aquele menino que
estava pedindo um ovo de páscoa. Que o gerente lhe disse que um cliente pagou
um ovo de páscoa para o menino, que foi embora alegre. E que voltou triste para
sua casa e pediu perdão a Deus.
Goiânia, 27-01-2023
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