Há cerca de 15 anos eu estava de plantão na 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Aparecida de Goiânia, onde havia uma carceragem com aproximadamente 50 detentos, e exercia a função de carcereiro. Testemunhei o caso de um detento possesso de demônios que pulava e urrava como um bicho. Por coincidência estavam detidos um pastor e um pai de santo. Primeiro, convidamos o pastor para expulsar o demônio do tal detento, mas nada adiantou. Então, resolvemos chamar o pai de santo, que fez um passe e o detento voltou ao seu estado normal.
Goiânia, 27-05-2021
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