A Ford, indústria automobilística dos Estados Unidos, depois de 100 anos no Brasil anuncia o fechamento de suas derradeiras fábricas alegando altos custos na produção e pouca margem de lucro nas vendas. Na verdade, sãos os muitos impostos que superfaturam os preços ao consumidor em mais de 30% e fazem diminuir as vendas.
A queda na venda de
veículos motores aspirados no Brasil não é pela venda carros elétricos que nada
representa no cenário nacional, já que existem menos de 20 mil veículos num
universo de 53.157.645, conforme a Associação Nacional dos Fabricantes de
Veículos Automotores - Anfavea. O problema é que muita gente está deixando de
comprar carro pelos altos preços dos mesmos e andando de aplicativo ou de
transporte coletivo como em outros países. E evitando ainda outros gastos com
combustíveis, manutenção e seguros caros. É a tendência mundial.
Possuir carro é prático
e confortável, mas não nos dias de hoje de muito engarrafamento, roubos e
assaltos mesmo com os seguros que não devolve uma vida. Veja, na compra de um
carro novo financiado, você estará comprando 03 ou mais carros ao longo da
quitação, sem contar os gastos com manutenção e seguros. E depois ainda vem a
desvalorização na revenda ou troca. É preciso ter dinheiro sobrando para exibir tal luxo.
A falta de
segurança em possuir um carro com alto valor de mercado é outro problema, que
nem a segurança pública consegue resolver. Pois, os roubos e assaltos só
aumentam; sem falar que muitos motoristas são assassinados. Até motoristas de
aplicativos que estão trabalhando por salário baixo têm os seus carros roubados e
ainda são vítimas fatais à luz do dia. Um primo meu que mora em Brasília e que
havia acabado de comprar uma camionete Hilux, foi assaltado, levaram a sua
camionete o deixaram amarrado no meio do mato. Depois disso, nunca mais quis
andar de camionete zero!
Goiânia, 12-01-2021
Alonso Rodrigues
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